quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Pastor batista afirma que casaria gays


Pastor batista afirma que casaria gays


Pastor batista afirma que casaria gays

Rev. Jesse Jackson, amigo de muitos anos do PT, apoia o que todo esquerdista apoia

Julio Severo
Seguindo a mais nova estratégia da militância gay, que é dar visibilidade a “cristãos” progressistas que apoiam sua agenda, o site noticioso gay A Capa diz: “No Brasil, o nome do Reverendo Jesse Jackson talvez não seja muito conhecido, mas, nos Estados Unidos, tem peso. Ao lado do mais famoso Martin Luther King Jr., Jackson participou da luta pelos direitos civis dos negros americanos e, em 1984 e 1988, foi pré-candidato à presidência pelo Partido Democrata. Não bastassem essas credenciais, foi eleito em uma pesquisa de 2006 o ‘mais importante líder negro’ do país”.
Jesse Jackson, o mais importante pastor progressista negro dos EUA
A Capa destaca que “Jackson é também pastor da Igreja Batista. Mas, ao contrário de tantos outros cristãos, deixou a ‘homofobia’ de lado e, desde 2010, tem se tornado progressivamente conhecido por apoiar os direitos civis de gays”.
Jackson é uma figura política importante no Partido Democrático dos EUA, um partido muito parecido com o PT na obsessão pró-aborto e pró-sodomia. Durante o governo de Bill Clinton e seus adultérios, Jackson estava defendendo o presidente esquerdista e, por coincidência, estava também em adultério. Jackson, que nunca pediu perdão por seus pecados sexuais, é hoje pai de uma filha ilegítima.
A conduta antibíblica do pastor batista não para aí.
No começo deste ano, Jackson participou de comemoração do Congresso Nacional Africano, partido supremacista marxista que hoje governa a África do Sul. A comemoração, bem ao estilo religioso do vodu, envolveu sacrifício de animais, num ritual com 20 pais-de-santo, para “elevar o espírito do CNA”.
Jackson teve também importante papel na primeira eleição de Lula. Em 2002, ele foi trazido ao Brasil pelo PT especialmente para a missão de convencer os líderes evangélicos de que Lula não era uma ameaça. De acordo com o jornal Folha Online da época, o Rev. Jackson era, havia muitos anos, amigo do PT. No site oficial do PT havia até mesmo uma página exclusiva elogiando o “camarada Jackson”.
Assim persuadidos, esses líderes assinaram o documento público Manifesto de Evangélicos, proclamando para a população evangélica seu posicionamento a favor de Lula. Entre o grande número de signatários estavam o Pr. Silas Malafaia, o Rev. Nilson Fanni, ex-presidente da Aliança Batista Mundial e o Rev. Gilherminho Cunha, pastor presbiteriano de alto escalão e presidente da Sociedade Bíblica do Brasil.
Seja nos EUA, na África do Sul ou no Brasil, o fato é que Jackson está pronto para promover e fortalecer a ideologia marxista.
A Capa diz que “o reverendo declarou que não ‘tem problemas’ com relações entre pessoas de mesmo sexo — e, perguntado se faria a cerimônia de um casal gay, foi positivamente taxativo: ‘Se me pedirem para fazer’”.
Na verdade, não é só com relação ao chamado “casamento” gay que o pastor progressista não vê nada de errado. Ele também não vê nada de errado em presidentes cometendo adultério. Por isso, ele nunca sentiu necessidade de pedir perdão por seus próprios adultérios.
Ao que tudo indica, para ele o casamento não é sagrado. Serve apenas como brinquedo ideológico nas mãos de depravados, pervertidos e adúlteros.
Com informação de A Capa.

Silas Malafaia e Julio Severo contra a Ditadura Gay


Silas Malafaia e Julio Severo contra a Ditadura Gay
http://intoleranciahomossexual.blogspot.com.br/2013/02/silas-malafaia-e-julio-severo-contra.html

Ativista gay confessa que é culpado de abrir fogo contra organização cristã nos EUA (Não pode ser condenado, se não, será HOMOFOBIA?!)


Ativista gay confessa que é culpado de abrir fogo contra organização cristã nos EUA (Não pode ser condenado, se não, será HOMOFOBIA?!)
http://intoleranciahomossexual.blogspot.com.br/2013/02/ativista-gay-confessa-que-e-culpado-de.html

Silas Malafaia é atacado pelos seguidores do “gigante”


Silas Malafaia é atacado pelos seguidores do “gigante”


Silas Malafaia é atacado pelos seguidores do “gigante”

Apologetas calvinistas usam vídeo de Caio Fábio e criam abaixo-assinado contra Silas Malafaia por sua entrevista no De Frente com Gabi

Julio Severo
Nesta semana, o tabloide sensacionalista Genizah postou um vídeo de sua suprema referência teológica: Caio Fábio. O vídeo trata da questão homossexual.
E um site chamado Bereano, no mesmo fervor, produz um abaixo assinado.
Os dois, que representam a esquerda apologética, estão revoltados pelo fato de que Malafaia não tinha a autorização deles para representar os evangélicos nesse programa. Portanto, foi preciso o vídeo de Caio e o abaixo-assinado.
A postura do Pr. Silas Malafaia de confrontar os agressivos argumentos homossexualistas de Gabi foi uma atitude cristã corajosa de mostrar que o que a elite vê e aprova como normalidade, não é natural. Muitos não aguentariam ser verbalmente agredidos pela entrevistadora ao defenderem opiniões cristãs. Pelo menos, nisso Malafaia merece apoio.
O que não se entende é por que alguns ditos cristãos fazem oposição, usando uma pretensa preocupação por evangelismo e amor de Cristo para atacar a coragem de Malafaia. Não são capazes de mostrar virilidade para confrontar os argumentos homossexualistas de Gabi & Cia, mas exibem ousadia em excesso para criticar o que eles mesmos têm covardia de fazer.
Muitos desses se escoram em Caio Fábio, que quando podia, não dava atenção a Deus. Durante seu apogeu de fama e glória, Caio só dava atenção ao próprio umbigo.
Uma mulher simples chegou ao imponente escritório dele vinte anos atrás, para dizer que Deus havia mostrado a ela que ele era um gigante com mãos e pés sujos, mas nem deixaram a pobre mulher se aproximar do homem importante cercado de secretárias e secretários. E se se aproximasse, ele ouviria?
Um de seus funcionários jovens, com quem acabo de conversar, me disse que na época teve uma visão onde Deus o mostrava entregando um recado profético para Caio. Na visão, Caio estava totalmente indiferente e fechado.
A visão veio quando Caio, nos bastidores, estava diplomaticamente aproximando os líderes evangélicos de Lula e do PT. Um desses líderes foi justamente Silas Malafaia. Milhares de líderes cristãos foram levados aos maus caminhos do gigante de mãos e pés sujos, isto é, um homem arrogante que estava caminhando em caminhos sujos e fazendo coisas sujas.
Não há dúvida de que andar na esquerda é andar em caminhos sujos, e trabalhar para a esquerda é sujar as mãos.
E é evidente que não era só o gigante que estava cego e indiferente. O que dizer da liderança que o cercava? O que dizer de sua denominação na época, a Igreja Presbiteriana do Brasil, que nunca o havia confrontado, punido e afastado de funções pastorais enquanto o gigante maquinava o namoro dos líderes evangélicos com o PT?
Deus não precisaria tocar uma humilde mulher e um jovem funcionário da VINDE com visões se os grandes reverendos que cercavam o gigante tivessem os olhos realmente abertos para o que é certo diante de Deus, e tivessem boca para repreender o gigante. Eles falharam. Mas o princípio bíblico de que “Vosso pecado vos achará” não falhou. O gigante foi derrubado por seus próprios pecados.
Foi preciso sua queda em pecados sexuais e financeiros para que anos de maquinações esquerdistas tivessem um fim. Mas o estrago já tinha sido feito. Em grande parte, o gigante conseguiu o que queria: grande parte da liderança evangélica hoje segue estupidamente a esquerda nas eleições.
Hoje, Caio é um homem que vive de amargura por ter perdido sua posição de gigante, e ataca quem está fazendo a obra de Deus.
Eu tenho divergências com Malafaia, e são justamente nas áreas onde Caio o induziu a erro, para caminhos políticos da esquerda. Mas onde não tenho divergência, eu o apoio.
Seria birra e maldade me juntar a Caio e seus aliados, muitos dos quais são apologetas calvinistas, para atacar um homem quando está agindo corretamente.
Quando Malafaia segue politicamente o rastro do antigo gigante de mãos e pés sujos, eu não apoio.
Contudo, por suas palavras corajosas na entrevista com a Gabi, Malafaia merece opoio e oração de todo homem e mulher de Deus.
Quanto a Caio, se ele já não ouvia nem respeitava a Deus vinte anos atrás, o que dizer agora, com seu coração mais duro? Ele e os que o seguem são indivíduos que não conseguem ver nem aceitar o mover profético de Deus nem para eles nem para os outros.
O Caio que estava fechado para os recados de Deus vindo de pessoas de fora e de dentro do seu círculo hoje se cerca de indivíduos amargurados que, como ele, se enfurecem quando veem um homem como Malafaia fazendo a vontade de Deus. Tudo o que sobrou do gigante de fama e glória foi um gigante de arrogância e boca suja, com seguidores igualmente arrogantes que só abrem a boca para ecoar a amargura do gigante que está hoje no seu apogeu de maledicência.
Genizah, cujo dono é amigo íntimo de Caio Fábio, tem, como seu mestre e guru, um sujo rastro de problemas na justiça. E a mesma boca suja, conforme está registrado neste artigo: A boca suja do dono do Genizah (Parte 2)
Se o dono do Genizah quisesse ser um calvinista bom e coerente com Calvino, deveria fazer o que os reverendos presbiterianos não faziam quando o gigante estava em seu apogeu de fama e glória: repreendê-lo por seus namoros com a esquerda. E repreendê-lo por planejar a queda da Igreja Evangélica no buraco socialista.
Quando Malafaia se envolver com a esquerda em época de eleição, que ele mesmo seja avisado e repreendido, inclusive pelo Genizah.
Mas que ele seja apoiado quando defende princípios pró-vida e pró-família, inclusive pelos apologetas calvinistas.
Leitura recomendada:

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Mauro Meister – O culto vivo a Deus


Mauro Meister – O culto vivo a Deus


15cc-mauro
Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por 
sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos 
conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que 
experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. (Rm 12:1-2)

O cristianismo brasileiro de hoje vive de forma geral em um estado de alienação e reducionismo, pois desconhecem a profundidade da Palavra de Deus. Contudo, somos chamado para ter a mente de Cristo.

“O homem de Deus é firme naquilo que faz… e naquilo que não faz”
Fomos chamados para prestar um culto vivo a Deus. Precisamos aprender a viver em novidade 
de vida; e viver em novidade de vida tem algumas implicações. Uma delas é que temos a 
obrigação de conhecer profundamente as Escrituras.

Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus,

Todos nós somos devedores da graça de Deus, da divina misericórdia. Porém, dentro da igreja 
temos muitas pessoas que não entenderam verdadeiramente a doutrina da justificação 
somente pela fé. Muitos ainda pensam que podem comprar com suas boas obras um 
pedacinho do céu. Pastor, quando foi a última vez que você pregou sobre o fato de não 
podermos comprar nossa salvação? É porque pregamos um evangelho capenga, um 
evangelho que não é o evangelho de Cristo que diz que as pessoas podem comprar 
algo de Deus, que muitos não têm segurança de sua salvação.

Os primeiros capítulos de Romanos falam sobre o evangelho de Deus e precisamos 
conhecê-lo. Do capítulo 1 ao 3 fala-se sobre nossa perdição, do 3 ao 5, nossa justificação, 
do 6 ao 8, nossa santificação (ninguém pode revogar nossa salvação), do 9 ao 11, Israel 
e eleição. É sobre essas “misericórdias de Deus” que Paulo roga. Do capítulo 12 ao 15, 
Paulo então passa a falar sobre como viveremos.

No capítulo 11 , Paulo finaliza com uma doxologia. Isso nos mostra que toda boa teologia 
leva a uma doxologia em plena adoração! Ah, como a igreja carece de boa teologia boa. 
Ela carece de conhecer a Palavra de Deus. A Palavra de Deus corretamente compreendida 
leva a adoração. A teologia não é estudada por causa da teologia, mas para se conhecer
 e amar mais a Deus. Uma boa teologia nos leva a uma adoração plena e bíblica. Uma 
teologia ruim nos leva a uma falsa adoração que desagrada a Deus. Infelizmente, a
 igreja de hoje não foca em glorificar a Deus, mas naquilo que pode ganhar/comprar 
de Deus.

A resposta de Paulo é a antítese do que a igreja evangélica moderna vem fazendo. 
O evangelho moderno enfatiza que devemos conseguir o máximo que pudermos de 
Deus e arrancarmos dele todas benesses, todas as bênçãos, tudo o que pudermos. 
Mas Paulo diz: “Dê tudo a Deus! Entregue-se a Deus”. A verdadeira espiritualidade, 
o verdadeiro culto, em Espírito e verdade, não se realiza no tirar de Deus, no querer 
mais dele, mas no entregar-se totalmente a ele!

Relacionamento entre fé e obras


Quando se fala sobre salvação pela graça, sempre surge a questão do relacionamento 
entre fé e obras. Precisamos entender que a salvação nos vem somente pela graça – 
a obra é de Cristo! Somos salvos pela fé, confiança, na obra de Cristo e não por qualquer 
boa obra que façamos. Isso não significa que o cristão não deve praticar boas obras. 
Tiago afirma que uma fé sem obras é morta. É nas obras que mostramos a realidade 
de nossa fé. João afirma que se alguém afirma amar a Deus, mas não ama o próximo 
é mentiroso. É nos relacionamentos que confirmamos a veracidade das obras.

Sendo assim, salvos pela fé, começamos a prestar um culto vivo a Deus. A confiança em 
Deus nos leva a apresentar o nosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, 
que é o nosso culto racional. O crente precisa ser uma pessoa consciente de sua capacidade 
de pecar; e, quando pecar, ele precisa vir até Deus almejando oferecer seu corpo não 
para o pecado, mas para Deus, como um sacrifício vivo. Esse sacrifício não é um sacrifício 
para sermos salvos. Somos salvos somente pelo sacrifício de Cristo. Esse sacrifício é um 
sacrifício de santificação que é oferecido com alegria! O cristão não se oferece como 
sacrifício com tristeza, mas com alegria, pois ele sabe que é um sacrifício oferecido a Deus.

Qual a natureza desse sacrifício?

É um sacrifício de si mesmo, vivo e não morto, santo e agradável.

Nós não oferecemos um sacrifício morto a Deus, mas um sacrifício vivo. Oferecemos um 
sacrifício santo. O cristão não tem uma divisão entre o sagrado e o secular (na igreja 
somos uma pessoa e no mundo outra), pois o cristão oferece sacrifício santo em todo 
e qualquer momento de sua vida, quer no templo, quer no trabalho, quer em casa. 
Somos pessoas totalmente separadas para Deus. Se você quer adorar a Deus de 
verdade aqui e agora, essa adoração precisa se estender por todas as áreas de sua 
vida (relacionamentos, trabalho, estudos, etc.)

Não conformeis com este século, mas deixai-vos                               transformar pela renovação da vossa mente

Paulo então fala sobre o que não devemos fazer e sobre o que devemos fazer. Não 
devemos nos moldar aos padrões do mundo, mas devemos ser receptivos a ação divina
 em renovar a nossa mente e, assim sermos transformados. Precisamos estar em contato 
com os meios de graça de Deus (Palavra, oração, comunhão dos santos, etc.).

Para que experimenteis qual seja a boa, agradável                                          e perfeita vontade de Deus.

Uma mente transformada produz uma vontade transformada, pela qual nos tornamos 
desejos, pelo auxílio do Espírito, a deixar nossa própria vontade e nos submeter à vontade de Deus.

Relacionamentos transformados para glória de Deus                                     (12.1-15.13)

Paulo nos capítulos restantes passa a descrever como é a vida transformada por Deus. 
Ele menciona:

  • Nossa relação com Deus: corpos consagrados e mentes renovadas (12.1-2)
  • Nossa relação com nós mesmos: pensando em nossos dons com moderação (12.8-12)
  • Nossa relação uns com os outros: amor na família de Deus (12.3-8)
  • Nossa relação com os inimigos: não retaliação, mas serviço (12.17-21)
  • Nossa relação com o estado: cidadania consciente (13.1-7)
  • Nossa relação com a lei: a lei se cumpre no amor ao próximo (13.8-10)
  • Nossa relação com tempo: Vivendo entre o “já” e o “ainda não” (13.11-14)
  • Nossa relação com os fracos: aceitar sem desprezar, julgar ou ofender (14.1-15.3)
Se fizermos menos que isso, estaremos apresentando um sacrifício que está aquém 
do que Deus pediu. Como povo salvo pela graça, Deus requer que, em nossa s
antificação, apresentemos um sacrifício vivo, santo e agradável a ele.

Por: Mauro Meister. Pregado no dia 10/02/13, na 15ª Consciência Cristã (VINACC). Copyright © 2013 Consciência Cristã. Website: http://www.conscienciacrista.org.br/.
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.


Leia mais: http://voltemosaoevangelho.com/blog/2013/02/mauro-meister-o-culto-vivo-a-deus/#ixzz2Kj9ywOCw

A sua igreja ou comunidade foi influenciada pela heresia do Teísmo Aberto ou Gondismo?

Franklin Ferreira – O Teísmo Aberto: a Glória Roubada de Deus



Creio em Deus, o Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra
Esse sempre foi um ensino básico e inegociável para a igreja. No passado os féis em unanimidade confessavam crer que há um único Deus, Pai, Filho e Espírito Santo, e que esse Deus é todo-poderoso e criador do céu e da terra.
“Para ele, ‘nada é impossível’ (Jr 32.17,27). Dessa forma, a idéia de poder divino todo-poderoso é especificamente israelita. (…) É verdade que, nas versões gregas primitivas do Credo Apostólico, a afirmação de Deus como todo-poderoso se expressa por meio do título grego pantocrator, senhor de tudo… (…) No entanto, muito tempo antes, a palavra tornara-se familiar à tradição judaica e cristã, através da tradução grega do Antigo Testamento, na qual a combinação kyrios pantocrator era usada como tradução para o nome veterotestamentário de Deus, Yahweh Sabaoth. Ademais, tal tradução mostra, mais uma vez, o quanto o poder absoluto de Yahweh permanecia no centro da fé judaica. A menção do poder divino todo-poderoso no Credo Apostólico, portanto, salienta a identidade do Deus da fé cristã com o Deus de Israel. O fato de nada ser-lhe impossível foi mostrado de forma renovada aos cristãos, por meio da ressurreição de Jesus dentre os mortos (cf. Rm 4.24). O poder todo-poderoso de Deus, contudo, incluía seu caráter como criador de todas as coisas. Quando a confissão de fé em Deus como o todo-poderoso governante de tudo foi melhor elucidada pela adição de referência explícita à criação do mundo, tal fato, portanto, não passou de mera expressão daquilo que já estava incluído na idéia de poder todo-poderoso. Se Deus é, de fato, todo-poderoso, não apenas o mundo visível, a terra, mas também o mundo invisível, o céu, são obra de suas mãos.” (Por Wolfhart Pannenberg, citado em Franklin Ferreira, Teologia Cristã)
Por vinte séculos a igreja sempre proclamou que o Pai é o Deus onipotente do Antigo Testamento. Somente as seitas tentavam negar isso, como a seita marcionita (que afirmava que o “deus do antigo testamento era um diabo”). Os Pais da Igreja afirmaram a soberania divina em seus escritos e sempre enfatizaram a presciência divina, especialmente em face do problema do mal. Contudo em 1980 alguns professores de seminários começaram a questionar isso. Seus nomes eram:
  • Greg Boyd (Independente)
  • Clark Pinnock (Batista)
  • John Sander (Pentecostal)
  • David Basinger (Metodista)
O teísmo aberto pode ser resumido em cinco proposições:
  1. O conhecimento que Deus tem de todas as coisas não é estabelecido na eternidade (dessa forma Deus aprende com a história, com a reação dos seres humanos);
  2. Sua presciência não é exaustiva porque ele se autolimita;
  3. O relacionamento providencial com o mundo não é meticuloso (exaustivo – o poder de Deus está limitado pelo livre-arbítrio humano);
  4. O futuro não está totalmente seguro;
  5. Se o homem tem livre-arbítrio, então Deus não pode ordenar nem conhecer os eventos que irão acontecer no futuro. O futuro está em aberto no sentido de ser tanto criação do homem como de Deus.
Eis o que Clark Pinnock afirmou:
“A idéia da responsabilidade moral exige que acreditemos que as ações não são determinadas, nem interna nem externamente. Uma importante implicação desta forte definição de livre-arbítrio é que a realidade permanece, em certa extensão, aberta, e não fechada. Isto significa que uma novidade genuína pode aparecer na história, que não pode ser prevista por ninguém, nem mesmo por Deus. [...] Tal conceito implica em que o futuro realmente está em aberto, e não disponível à exaustiva presciência nem mesmo da parte de Deus. Fica bem claro que a doutrina bíblica do livre-arbítrio humano exige de nós que reconsideremos a perspectiva convencional da onisciência de Deus.”
Pinnock afirmava que para o ser humano ser moralmente responsável, suas ações não poderia ser determinadas nem exteriormente, nem interiormente. Pinnock não começa com a revelação de Deus (começar “do alto”), mas a partir do que ele afirma sobre o ser humano (começar “de baixo”), ele determina como deve ser Deus.
Nota: o Teísmo Aberto afirma que para o homem ter livre-arbítrio, Deus não pode ser onisciente. Arminianos não afirmam o mesmo.
Livre-arbítrio segundo Agostinho: todo ser humano tem livre-arbítrio, mas não mais liberdade. O ser humano tem liberdade psicológica de fazer escolhas, mas essas escolhas não são neutras, elas são de acordo com a natureza humana caída. Adão e Eva podiam escolher pecar e não pecar. Agora, a ser humana caída só pode escolher pecar.
Visão “Aberta”
Visão Tradicional
A soberania de Deus tem sido autolimitada em virtude da criação de agentes livres.
Deus é soberano e controla todas as coisas no mundo criado, incluindo as ações dos agentes responsáveis.
O poder de Deu/s termina onde a vontade do homem começa, e o próprio Deus estabeleceu esta autolimitação.
O poder de Deus engloba o universo inteiro, todavia, de forma que “a vontade da criatura não é violentada”.
O conhecimento de Deus é autolimitado, porque o pré-conhecimento das ações dos agentes livres evidenciaria que eles não são livres.
O conhecimento de Deus engloba todas as coisas possíveis, e especificamente todas que acontecerão. Ele inclui o conhecimento eterno das futuras ações e decisões dos agentes livres.
O plano de Deus tem muitos vazios devido às ações ou decisões imprevistas dos agentes livres. A grandeza de Deus é manifestada por ele ser capaz de se deparar com qualquer coisa que aconteça.
Deus tem um plano eterno que certamente será realizado. Para ele não há surpresa e nem desapontamento.
A profecia é baseada sobre as suposições de Deus do que irá acontecer, sendo condicionada a ações ou decisões dos agentes livres. Esta condicionalidade não é sempre expressada em conexão com a profecia, promessa ou advertência. Por conseguinte, tem-se a aparição de não cumprimentos, conforme a história de Jonas e Nínive.
A profecia preditiva é baseada no conhecimento exaustivo e será certamente realizada.
Deus está constantemente pronto para ajustar seus planos às circunstâncias. Se o plano A falhar, ele pula para o plano B.
O plano de Deus é imutável, assim como a natureza de Deus. Expressões que falem de Deus se arrependendo devem ser vistas como antropomórficas.
A oração é uma atividade eficaz através da qual anjos e homens podem funcionar como conselheiros de Deus e mudar sua opinião.
O poder da oração é visto como uma causa secundária no cumprimento do desígnio de Deus, assim como as outras causas secundárias são instrumentais nesta maneira. A oração muda certos acontecimentos, mas não muda a opinião de Deus.
O ser de Deus é abalado pelas emoções de alegria e tristeza. Isto é essencial à sua personalidade trinitária.
Deus não é como os seres humanos, suscetível a mudanças emocionais. Mas ele não é impassível, porque a Escritura o representa como misericordioso.
Os teístas abertos argumentam que os textos que falam que Deus se arrepende (como em Gênesis 6 e no livro de Jonas) são literais. Porém, ainda que os autores bíblicos falem sobre a ira, o arrependimento, os pés e as mãos sobre Deus, isso não significa que Deus tenha tais coisas. Esta é uma forma humana de se referir a Deus, um antropomorfismo. Além do mais, a palavra traduzida por “arrependimento” (em hebraico “nâcham”) pode também ser traduzida por entristecer-se, ter repulsa.
O amor de Deus é a sua suprema perfeição, e todos os outros atributos devem ser revistos e, se necessário for, reinterpretados segundo este novo entendimento do amor divino.
O amor de Deus, que é a maravilhosa expressão de seu ser, não pode ser interpretado em separado de outras perfeições: santidade, justiça, ira santa do pecado, do diabo e dos rebeldes não-redimidos.
A expressão “Deus é amor” em 1 João 4:8 não pode ser separada dos outros atributos de Deus. No contexto a afirmação é uma expressão trinitariana, do Deus Pai enviando seu Filho unigênito para morrer uma morte propiciatória na cruz por causa do nosso pecado e da santidade e justiça de Deus (veja o versículo 10). Não há de forma bíblica como fazer uma hierarquia nos atributos de Deus.
A predestinação de Deus não está relacionada com indivíduos: ela é a bênção de Deus sobre todo aquele que, seja quem for, se arrepende e crê por sua própria iniciativa. Ela pode ser algumas vezes uma escolha de Deus para o serviço.
A predestinação de Deus é aquela provisão graciosa pela qual, como resultado de sua bondade e misericórdia, ele escolheu uma multidão da raça humana pecaminosa e rebelde, e determinou que eles recebessem todos os benefícios de sua salvação, providos para eles na obra de Cristo e aplicados neles no devido tempo pelo Espírito Santo.
Deus é tão misericordioso que não permite que alguém sofra o tormento eterno. Aqueles que não forem salvos simplesmente cessarão de existir.
Aqueles que não são salvos sofrerão inevitavelmente as consequências do pecado de Adão e de sua própria rebelião pecaminosa, e serão para sempre separados de Deus.

Consequências Últimas

1. A noção de que há mudança na divindade tem sua origem na filosofia do processo, cujas raízes remontam à filosofia grega.
2. Esta compreensão de Deus implicará o abandono da confiança nas Escrituras, a negação da distinção Criador–criatura, a Trindade, a presciência e soberania divinas, a morte penal e substitutiva de Cristo, assim como conduzirá seus adeptos ao maniqueísmo dualista.
3. A esperança do triunfo escatológico é minada.

Conclusões

1. Os seguidores de outras religiões precisam saber que o Deus trino é, de forma absoluta, mais poderoso do que os deuses deles. Como podemos esperar que um muçulmano se converta a uma divindade que é incapaz de realizar seus planos e anseios? Esta divindade, aos olhos de um muçulmano, não é digna de devoção e serviço. Como esperar que um animista dê mais crédito a um deus tão “fraco” do que ele dá aos outros seres do mundo espiritual? Ele veria esta divindade como mais um espírito que ele pode tentar manipular através da feitiçaria.
2. A presciência de Deus sobre tudo que vai acontecer é vista por Isaías como evidência de sua singularidade dentre todos os deuses (Isaías 46.9-10).
3. Sugerir que Deus está em processo contínuo de aprendizado e adaptação a um futuro desconhecido contraria a perspectiva bíblica de Deus, descrito como onipotente, onisciente, magnífico e majestoso, digno de glória (Ex 14.31; 15.6; Sl 8.1; Is 42.8).
4. A negação de que Deus previu as escolhas pecaminosas das criaturas responsáveis enfraquece a confiança no plano da salvação. Se Deus não pudesse prever a livre escolha de Adão para pecar – seguindo-se a queda do homem – Ele não teria necessidade de planejar a salvação através de Jesus Cristo. Mas desde a eternidade Deus planejou a salvação através de Jesus Cristo, em resposta às consequências da Queda que Ele havia previsto (2Tm 1.9; Ap 13.8).
5, Afirmar que “o destino eterno de cada pessoa será finalmente determinado por Deus com base na ‘luz’ disponível para ele ou ela (ou por outro critério)” leva-nos a concluir que o sacrifício de Cristo na cruz não é central e que talvez nem fosse necessário.
6. A ideia de que Deus e o mundo são mutuamente interdependentes margeia o panteísmo, isto é, que Deus está substancialmente presente em tudo. Mas a Escritura afirma que Deus existe separado de sua criação e tem supremacia sobre esta (Gn 1.1; Sl 8.3-8).
“Deus é um Deus glorioso. Não há ninguém como Ele, que é infinito em glória e excelência. Ele é o Altíssimo Deus, glorioso em santidade, temível em louvores, que faz maravilhas. Seu nome é excelente em toda a terra, e sua glória está acima dos céus. Entre todos os deuses não há nenhum como Ele… Deus é a fonte de todo o bem e uma fonte inextinguível; ele é um Deus todo suficiente, capaz de proteger e defender… e fazer todas as coisas… Ele é o Rei da glória, o Senhor poderoso na batalha: uma rocha forte, e uma torre alta. Não há nenhum como o Deus … que cavalga no céu…: o eterno Deus é um refúgio, e sob Ele estão braços eternos. Ele é um Deus que tem todas as coisas em suas mãos, e faz tudo aquilo que lhe agrada: ele mata e faz viver; ele leva ao túmulo e ergue de lá; ele faz o pobre e o rico: os pilares da terra são do Senhor… Deus é um Deus infinitamente santo; não há nenhum santo como o Senhor. E Ele é infinitamente bom e misericordioso… Este é um Deus que se deleita na misericórdia; sua graça é infinita, e permanece para sempre. Ele é o próprio amor, uma infinita fonte e um oceano dele”.  (Jonathan Edwards, Ruth’s Resolution, 1735)
Por: Franklin Ferreira. Palestrado no dia 10/02/13, na 15ª Consciência Cristã (VINACC). Copyright © Franklin Ferreira.
Resumo por:Voltemos Ao Evangelho. Original: Franklin Ferreira – O Teísmo Aberto: a Glória Roubada de Deus
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.


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