terça-feira, 30 de outubro de 2012

Teólogos da Libertação desvendam segredos da nova “religião” verde. (A TL é uma teologia rica em novos sofismas para sobreviver, não deu certo com o marxismo-petista, agora é o papo furado sobre "verde").


Teólogos da Libertação desvendam segredos da nova “religião” verde


Ecoteologia da libertação: marxismo + "religião" verde
Ecoteologia da libertação: marxismo + “religião” verde




















Luis Dufaur
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O ex-frei franciscano Leonardo Boff vem sendo promovido como um dos principais propagadores da teologia da liberação agora reciclada em eco-teologia marxista com cores acentuadamente verdes e panteístas.
Boff participa do esforço de reformulação do enferrujado marxismo numa nova filosofia que recolhe os postulados mais radicais de Karl Marx e os amalgama com os dogmas básicos do ambientalismo radical numa nova religião.
Qual é o conteúdo desta profunda metamorfose?
O próprio Boff encarregou-se de fornecer alguns avanços desta nova-velha Teologia da Libertação verde-vermelha, segundo informou a agência ACI.
No Congresso Continental de Teologia, realizado sob os auspícios da UNISINOS, em São Leopoldo, RS, de 7 a 11 de outubro deste ano, o ex-frei definiu alguns dos parâmetros essenciais dessa teologia ecomarxista.
Boff relembrou o básico: a “marca registrada” de Teologia da Libertação é “a opção pelos pobres, contra a miséria e a opressão”, no contexto da luta de classes.
Mas ele encaixou nesse chavão o componente verde. O leitor talvez ache que os seguintes pensamentos do ecoteólogo marxista são produtos de algum delírio, ou de uma embaralhada insensata de letras provocada involuntariamente por algum sistema informático. Mas não é nada disso.








“Dentro dessa opção pelos pobres, explicou Boff, é preciso inserir o grande pobre que é a Mãe Terra, que é Pachamama [a deusa dos povos andinos incubada na terra], é a Magna Mater, é a Tonantzin, é a Gaia, é o grande pobre devastado e oprimido”.
E insistiu para afastar dúvidas: “não só os pobres gritam, gritam as águas, gritam as árvores, gritam os animais, gritam os ventos, a terra grita”.

Lula gigante habitada pelo “espírito” substituiria a humanidade
que seria expelida da Terra: devaneios panteístas
da “ecoteologia”, ou nova “religião verde”











Entramos assim de cheio na nova luta de classes segundo a “religião verde”.
Para o ecoteólogo, “esse organismo que chamamos Terra y da qual fazemos parte” pode, a qualquer hora, “nos expulsar como se fossemos células cancerígenas”. Seria o fim da humanidade.

Ainda segundo este visionário profeta da “religião” verde, a “Mãe Terra” estaria preparando um novo ser capaz de “receber o espírito”.

Esse “novo homem” – aliás, assaz diferente dele – não seria outra coisa senão uma lula gigante.
O disparate suscita de imediato o riso ou convida a interromper a leitura. Esse ser que evoca certos deuses da Índia, mistura de homem e animal, estaria mais perto de certas representações diabólicas clássicas.

Leonardo Boff: profeta de um mundo verde irracional
povoado de entes de conotações demoniacas


















Seria um singular avatar gerado pelas entranhas do averno material mas habitado por um “espírito” vindo de não se sabe onde.
A Terra seria uma “Mãe” cruel que exterminaria a humanidade para comunicar o espírito que jaz nas suas profundezas a uma sorte de deus-demônio repulsivo.
Explicando a nova teologia verde, o religioso renegado disse que o extermínio da humanidade resgataria a “Mãe Terra” que “está crucificada e é tarefa nossa descê-la da cruz, como fizemos durante décadas com os pobres”.
Boff se autodenomina “ecoteólogo de matriz católica” e defende com acentos subversivos que “o grito da terra é grito dos pobres e grito dos pobres é o grito da terra, nossa Mãe Terra”.
Em poucas palavras é marxista enquanto ambientalista e ambientalista enquanto marxista. Os dois seriam duas faces de uma mesma moeda
Para Boff, “o universo é autoconsciente” como se tivesse alma bem como acreditavam as velhas concepções gnósticas e panteístas.
A Terra martelou ele: “começou a pensar, sentir e amar”, sem nunca explicar de onde tirou semelhante estapafúrdio.
O espírito divino panteísta teria se revelado em religiões pagãs.
Santão da Índia.














O devaneio panteísta leva o ex-frei a entender o Deus Uno e Trino da Igreja Católica como “a grande energia fundamental” impessoal.
Ele pediu revisar o conceito de Revelação, sustentando que houve muitas revelações de Deus na história.
Portanto, deve se abandonar a ideia de converter os pagãos. Muitas revelações pagãs atribuídas ao demônio seriam manifestações da Mãe Terra, deusa panteísta.
“Deus chega sempre antes dos missionários e sempre age antes que eles”, explicou parafraseando o comuno-tribalismo mais radical.
Em consequência, o “catolicismo atual” só mereceria sobreviver se se reformula e entra em harmonia com o deus ex-machina “Mãe Terra” que ele e os teólogos da libertação “aggiornati” estão revelando ao gênero humano.
Entre os participantes do evento em São Leopoldo também estavam o sacerdote peruano Gustavo Gutiérrez, considerando pai da teologia marxista da libertação, Jon Sobrino, e o bispo de Jales, D. Luiz Demétrio Valentini.

Fonte: http://ipco.org.br/home/noticias/teologos-da-libertacao-desvendam-segredos-da-nova-%E2%80%9Creligiao%E2%80%9D-verde


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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Não seja membro de uma igreja ou comunidade doente!


O que é uma igreja doente?

É uma igreja em que os sermões retornam freqüentemente a clichês e repetições. E, pior do que isso, elas se tornam moralistas e centralizadas no homem, e o evangelho é remodelado em pouco mais do que uma mensagem espiritual de “auto-ajuda”. A conversão é vista como um ato da decisão humana. Em diferentes aspectos, de mal a pior, a cultura da igreja é indistinguível da cultura secular que a circunda.
Mark Dever, trecho do livro “O que é uma igreja saudável?”

O que é uma igreja saudável? (Mark Dever)

O que é uma igreja ideal? Como você pode descrevê-la? Como ela difere das outras igrejas? E, o mais importante, como ela age de modo diferente, na sociedade? Essas são perguntas importantes e merecem nossa reflexão. Neste livro o autor propõe algumas respostas.
Mark Dever, procura ajudar os cristãos a reconhecer as características essenciais de uma igreja saudável: pregação expositiva, teologia bíblica e um entendimento correto do evangelho. Em seguida, Dever nos convida a desenvolver essas características em nossas igrejas. Por seguir os exemplos dos autores do Novo Testamento e dirigir-se aos membros da igreja, desde o pastor aos membros regulares, Dever desafia todos os crentes a fazerem sua parte no cuidado da igreja local. O Que É Uma Igreja Saudável? oferece verdades atemporais e princípios práticos para ajudar-nos a cumprir nosso papel, dado por Deus, no corpo de Cristo.

http://www.blogfiel.com.br/2012/10/o-que-e-uma-igreja-doente.html


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terça-feira, 23 de outubro de 2012

Jared C. Wilson – 22 marcas de uma possível falsa igreja

Jared C. Wilson – 22 marcas de uma possível falsa igreja           

Sabemos que muitos dos leitores do VE foram despertados para o Evangelho, mas se encontram em igrejas onde o mesmo não aconteceu. Na série de postagens de Bobby Jamieson, do ministério 9 Marcas, trabalhamos sobre os seguintes temas:
  1. Porque Você Não Pode Mudar Sua Igreja
  2. Quando você pode mudar sua igreja?
  3. Como Mudar Sua Igreja
  4. Como Viver Com o Que Você Não Consegue Mudar
Agora queremos pensar naquilo que você deve procurar em uma nova igreja, caso você tenha optado por sair de sua igreja ou esteja sem uma. Na postagem anterior, R. W. Gleen forneceu 7 características para se procurar em uma nova igreja. Hoje, Jared C. Wilson fornece alguns avisos sobre marcas de uma possível falsa igreja. Assim, você pode ficar atento ao entrar em uma “igreja”.


Sua igreja talvez não seja uma igreja se…

  1. Seu pastor raramente fala sobre Jesus. (Essa é fácil).
  2. Seu pastor fala sobre Jesus, mas somente no estilo “siga seu exemplo”. (Você poderia ser um Mórmon ou mesmo muçulmano e pregar desse jeito).
  3. As músicas de “adoração” são mais sobre como você se sente e o que você pode fazer, em oposição a quem Deus é e o que Ele fez.
  4. A extensão do envolvimento de quase todos na igreja está limitada ao culto semanal.
  5. Seu pastor não pastoreia as pessoas cara a cara, mas gerencia “sistemas” em seu escritório, 40 horas por semana.
  6. Alguns desses sistemas são projetados para que o pastor interaja com o menor número de pessoas possível.
  7. Você não se lembra da última vez que participou da Ceia do Senhor.
  8. Muito do planejamento e foco na organização gira em torno de fazer um culto sensacional.
  9. Você nunca ouve a palavra “pecado” por lá.
  10. Você ouve a palavra “pecado”, mas apenas brevemente ou redefinida como “falhas”.
  11. Você não se lembra a última vez que ouviu o nome de Jesus em uma mensagem.
  12. A mensagem de Páscoa não é sobre a ressurreição, mas “novas oportunidades” na sua vida ou virar uma nova página.
  13. Em feriados patrióticos, a mensagem é sobre quão grande nosso país é.
  14. Nos outros fins de semana, a mensagem é sobre quão grande você é.
  15. Há mais vídeos que orações.
  16. Pessoas não cantam durante o culto de “adoração”, mas assistem.
  17. As responsabilidades principais do pastor são coisas estranhas à Escritura.
  18. Existe mais dinheiro investido em propaganda que em missões.
  19. A maioria dos pequenos grupos gira em torno de esportes ou lazer, e não estudo ou serviço.
  20. Você sempre se sente confortável lá.
  21. Ser membro da igreja parece apenas um sistema de recrutamento de voluntários.
  22. Você só encontra outras pessoas da igreja nos cultos de domingo.
Leia a postagem completa no iPródigo. Se sua igreja parece com uma ou mais dessas coisas, talvez seja uma torcida espiritual, um teatro religioso, um clube social cristão, ou alguma coisa totalmente diferente, mas, provavelmente, biblicamente falando, não é uma reunião da igreja bíblica.
Por : Jared C. Wilson. Website: gospeldrivenchurch.blogspot.com.br
Tradução: Josaías Jr. iPródigo.com | Original: Sua igreja talvez não seja uma igreja se…


Leia mais: http://voltemosaoevangelho.com/blog/2012/10/jared-c-wilson-22-marcas-de-uma-possivel-falsa-igreja/#ixzz2A7zkzlAd

 
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VÍDEOS INTELIGENTES:

http://academiaemdebate.blogspot.com
 

terça-feira, 16 de outubro de 2012

O que procurar em uma nova igreja?


R. W. Glenn – O que procurar em uma nova igreja?

Sabemos que muitos dos leitores do VE foram despertados para o Evangelho, mas se encontram em igrejas onde o mesmo não aconteceu. Na série de postagens de Bobby Jamieson, do ministério 9 Marcas, trabalhamos sobre os seguintes temas:
  1. Porque Você Não Pode Mudar Sua Igreja
  2. Quando você pode mudar sua igreja?
  3. Como Mudar Sua Igreja
  4. Como Viver Com o Que Você Não Consegue Mudar
Agora queremos pensar naquilo que você deve procurar em uma nova igreja, caso você tenha optado por sair de sua igreja ou esteja sem uma.
Clareza sobre o evangelho da graça. Existem muitas falsificações, especialmente as distorções do evangelho que fazem do pecado algo de que você não precisa se afastar ou se libertar. Atente cuidadosamente para o conforto e o chamado do evangelho. Primeiramente, preste atenção em Jesus dizendo, “Eu não te condeno”. Porém, também procure por “vá e não peques mais”. Essa ordem é muito importante. A remoção da condenação vem antes do chamado à obediência. Todavia, ambos precisam estar lá para que a igreja pregue o evangelho.
Pregação centralizada em Cristo. Talvez você esperasse que eu dissesse  “pregação expositiva”, mas é possível entregar uma exposição de um texto da Escritura sem nunca chegar a Jesus Cristo. Isso é especialmente verdadeiro em pregações no Antigo Testamento. Não me lembro quem disse isso, mas se a exposição do Antigo Testamento que você está ouvindo não for rejeitada por uma sinagoga, então o pregador não está pregando a Cristo. A exposição da Escritura é o meio pelo qual chegamos a Jesus. Entretanto, este é o meio, não o fim, da pregação de Jesus Cristo e este crucificado.
Adoração pública teologicamente informada. Os elementos básicos da adoração estão presentes: leitura pública da Palavra, exortação e ensino das Escrituras, canções, orações, e os sacramentos do batismo e da Ceia do Senhor? Além desses elementos básicos, procure por músicas com letras que exaltem a Jesus Cristo e aprofundem sua apreciação e compreensão do evangelho da graça. Não estou dizendo que canções curtas como “Eu te amo, Senhor” não têm lugar na adoração pública, mas se o conteúdo das músicas para a adoração pública, como um todo, é superficial, isso deveria te levar a pensar.
Pessoas hospitaleiras. Se o evangelho está realmente fazendo a diferença em uma comunidade de cristãos, eles vão amar as pessoas desconhecidas, e não daquele jeito bajulador e falso “Estou-contente-por-você-estar-aqui-porque-eu-tenho-que-estar-contente-por-você-estar-aqui”. O que quero dizer é que você se sente genuinamente acolhido e amado pelas pessoas quando as encontra e passa tempo com elas adorando.
Disciplina da igreja. A disciplina na igreja tem recebido uma reputação desfavorável. Ela não pode ser reduzida apenas a disciplina final e punitiva, mas deve incluir também um aspecto formativo. A disciplina da igreja acontece quando os seus membros estão dispostos a voltarem uns aos outros de volta para Jesus em um chamado amoroso ao arrependimento, através do encorajamento no sofrimento, e de exortações para crescer em graça.
Compaixão para com os pobres. 1 João 3.17 diz que se nós, que temos recursos materiais, vemos nosso irmão em necessidade e não nos compadecemos dele ele, não temos o amor de Deus em nós. Assim, é um teste da fé cristã autêntica que a igreja se preocupe com os pobres. Mais do que isso, o nosso cuidado para com os pobres, embora deva dar prioridade à comunidade dos crentes, deve se mover para além da igreja, para a comunidade ao seu redor: “façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé” (Gálatas 6.10).
Preocupação para com os perdidos, evidenciada por uma igreja comprometida com o evangelismo pessoal.  E por “comprometida com o evangelismo pessoal” não quero dizer uma igreja que tenha programas evangelísticos, mas uma igreja em que as pessoas amam seus próximos o suficiente para lhes falar sobre Jesus. Portanto, procure por um interesse sincero em alcançar os perdidos com o evangelho da graça por parte dos pastores e das pessoas nos bancos da igreja, não como forma de obter melhores números nos gráficos, mas porque eles amam verdadeiramente as pessoas como pessoas, não como potenciais evangelísticos.
Por : R. W. Glenn © Redeemer Bible Church. All Rights Reserved. Original: What to Look For in a Church
Tradução: Cleber Filomeno. iPródigo.com | Original: O que procurar em uma igreja?

Leia mais: http://voltemosaoevangelho.com/blog/2012/10/r-w-glenn-o-que-procurar-em-uma-nova-igreja/#ixzz29TEBXyJv


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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

PADRE VALERIANO DOS SANTOS COSTA - DIRETOR DA FACULDADE DE TEOLOGIA DA PUC-SP contesta o colunista Hélio Schwartsman da Folha de São Paulo que afirma que JESUS CRISTO NÃO EXISTIU.

Padre contesta artigo sobre existência de Jesus

PADRE VALERIANO DOS SANTOS COSTA
DIRETOR DA FACULDADE DE TEOLOGIA DA PUC-SP


Como cristão e teólogo, gostaria de reagir às colocações do colunista Hélio Schwartsman, publicadas na Folha em 21/9 ("A mulher de Cristo", "Opinião"), lançando dúvidas sobre a existência histórica de Jesus, por causa de um suposto papiro copta do século 4.

Não pretendo acirrar uma polêmica, como se a existência histórica de Cristo dependesse disso. No entanto, exigir que os Evangelhos tenham sido escritos como se fossem história ou biografia segundo os padrões da ciência moderna é ir longe demais e tentar com a ciência moderna desconsiderar o fato mais importante que mudou a história do mundo, e mais do que igrejas, construiu civilizações e respondeu ao anseio de milhares de pessoas em busca de vida.

Os Evangelhos são obras de fé dirigidas à fé. Por isso é natural sua preocupação apologética, doutrinal e catequética. A pergunta é se alguém que tivesse sido o inventado poderia inspirar tudo isso e atingir tão grande credibilidade?

O tempo se encarrega de apagar o que não tem consistência, pois uma ideia viva não se constrói do nada, e dois mil anos é um tempo considerável. Aliás, se formos usar os critérios da ciência moderna para justificar a existência histórica de tantos personagens, o que sobraria deles?

Então por que toda essa preocupação em lançar dúvidas sobre a existência histórica de Jesus, precedidas ainda de outras dúvidas que discordam da forma como os Evangelhos apresentam o perfil de um pregador celibatário e abnegado, que entregou sua vida na cruz, para que todos cressem que ele é o Messias prometido pelas Escrituras, segundo as quais Deus é amor.

Mais duvidoso do que a existência histórica de Jesus é a consistência do tal papiro copta que gerou a crítica que lemos na Folha e em outros meios midiáticos.


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/paineldoleitor/meuolhar/1165023-padre-contesta-artigo-sobre-existencia-de-jesus.shtml

domingo, 14 de outubro de 2012

É possível uma igreja presbiteriana evangélica na sua origem virar uma sinagoga de Satanás, tudo por intermédio da teologia liberal e progressista!

Maior denominação presbiteriana dos EUA cada vez mais apoiando “casamento” gay



De acordo com uma pesquisa recente, mais pastores e membros da PCUSA estão aprovando o “casamento” gay

Julio Severo
Numa pesquisa feita pelos Serviços Presbiterianos de Pesquisa e publicada em outubro, o número de membros e pastores da PCUSA, a maior denominação presbiteriana dos EUA, apoiando sua denominação na redefinição do casamento aumentou.
Pastor presbiteriano com sua “esposa”
Em 2005, 23 por cento dos membros da PCUSA apoiavam o “casamento” homossexual. Em 2012, o número aumentou para 34 por cento. Entre os pastores, o apoio ao “casamento” homossexual era 35 por cento em 2005. Em 2012, esse apoio cresceu para 49 por cento.
“Esse resultado indica uma mudança geral nas opiniões em toda a denominação presbiteriana em poucos anos. A longo prazo, o efeito da mudança de geração será sentido: 75 por cento dos representantes consultivos jovens na Assembleia Geral apoiaram a redefinição do casamento”, escreveu Jack Marcum, coordenador dos Serviços Presbiterianos de Pesquisa.
O Dr. Paul E. Detterman, diretor-executivo da organização Presbiterianos pela Renovação, disse ao Christian Post que ele sentia que o apoio ao “casamento” homossexual na PCUSA tinha menos a ver com mentes mudadas e mais a ver com pessoas diferentes. Ele apontou para o grande número de conservadores que deixaram ou estão deixando a denominação. Em sua matéria original, o Christian Post chamou Presbiterianos pela Renovação de organização “conservadora”.
“Há um número grande de indivíduos e congregações conservadoras… que estão se desligando desses debates dentro da PCUSA ou que estão agora tencionando sair”, disse Detterman.
Presbiterianos pela Renovação foi fundada em 1988 com a meta de manter “um compromisso permanente de promover a justiça social e combater o sexismo.” O conceito de “conservador” entre os presbiterianos americanos parece permitir o presbiteriano híbrido com rótulo de “conservador”, mas com valores nitidamente esquerdistas, pois “justiça social” e “combater o sexismo” é meta tipicamente esquerdista.
A PCUSA começou com essa e outras metas, e está terminando num final herético com pastores gays e lésbicos e “casamentos” gays — sem mencionar seu apoio ao aborto e boicotes contra Israel.
Como é que um movimento de ditos conservadores pode manter uma meta se já é possível ver aonde essa meta levará?
Aliás, como é que um movimento dito conservador pode manter uma meta esquerdista?
Com esse tipo de “renovação” e “conservadorismo”, cedo ou tarde eles avançarão para o final herético, ainda que saiam da PCUSA.
O problema de se manter tempo demais numa instituição corrompida demais é que dificilmente se escapa ileso de contaminação, mesmo depois que se decide, tarde demais, sair da instituição.
Numa igreja presbiteriana de Orlando, Flórida, que deixou a PCUSA por causa da questão homossexual, o pastor incentivou os membros a votar em Obama. Esse caso me foi revelado meses atrás por um amigo que frequenta essa igreja de Orlando.
Obama é o presidente mais pró-homossexualismo da história dos EUA. Qualquer cristão que o apoie mostra fatalmente que seus valores foram corroídos.
Com sua meta de promover a justiça social e combater o sexismo ou sua disposição de votar em Obama, minha impressão é que os ditos conservadores presbiterianos mal saíram da PCUSA, mas já estão prontos para voltar.
Com informações do ChristianPost/ Via Julio Secero
 
 

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

A nova Geni no cenário evangélico brasileiro (no meu caso: calvinismo-reformacional-teonomista mostro os sofismas da teologia da prosperidade, mais o esquerdismo fascista do "casamento" gay, feminismo destruidores de mulheres, liberação de drogas, aborto, eutanásia, etc...)


A nova Geni no cenário evangélico brasileiro

Edson Camargo
O neopentecostalismo e a teologia da prosperidade são a nova Geni. Feitos para apanhar, bons de cuspir. Só num ambiente onde impera a tosquice e a desonestidade intelectual trataria-se o neopentecostalismo como um fenômeno homogêneo, uniforme, desprovido de diferenças gritantes e essenciais entre alguns de seus elementos – no caso, denominações evangélicas – que são abrangidos pelo conceito. E o pior: pessoas que reconhecem, em algum momento, a diversidade do neopentecostalismo, quando o criticam, atacam-no como um todo: “o neopentecostalismo”. Maldita Geni! Não há como perceber que há aí, em muitas situações, uma motivação ilegítima, baseada não só na promoção da denominação que representa, por parte do criticastro, como num sentimento de superioridade intrínseca à tudo aquilo que dela não se aproxime.


A outra evidência de que a tosquice, a desonestidade intelectual imperam entre nossos autopropalados “apologetas” e “defensores das doutrinas bíblicas”, é o estardalhaço contra a tal ‘teologia’ da prosperidade. Qualquer professorzinho de EBD, com meia dúzia de versículos bíblicos que falam da fidelidade a Deus sob toda e qualquer circunstância e do desapego a bens materias enquanto virtude cristã,  desmonta, em segundos, a distorção promovida pela ‘teologia’ da prosperidade’, que é, sobretudo, de ênfase.
Enquanto isso, outro problema, muito maior, mais grave, mais sedutor e que apresenta mais resistências, é jogado para debaixo do tapete enquanto se bate na Geni: a onipresença e a aura de inquestionabilidade em torno da farsa socialistóide chamada ‘teologia da Missão Integral”, pensada justamente para ser a “versão protestante da ‘teologia’ da ‘libertação”’ católica, segundo as palavras de um ícone do movimento, Ariovaldo Ramos, conhecido apologeta do socialismo, do MST, outrora de Lula e mais recentemente de Marina Silva.
Sabe-se que a ‘teologia’ da ‘libertação’ nada mais foi que um instrumento para a infiltração comunista na igreja de Roma. Nem por isso os pseudo-apologetas que se descabelam contra a ‘teologia’ da prosperidade deixam de cantar loas aos mentores dessas farsas teológicas socialistas, como o “social-panteísta” Leonardo Boff, Richard Shaull, René Padilla, o tosco e apóstata do Rubem Alves, Caio Fábio, Ariovaldo, e outros que chamo de “lausannéscios”, por idolatrarem o Pacto de Lausanne. Aí temos uma verdadeira ópera de malandros. Para agravar o erro, entre os apoiadores da ‘missão integral’ estão teólogos tidos como fiéis às Escrituras, mas que não só se calam diante o liberalismo teológico grosseiro de outros entusiastas da farsa, como até dividem com estes espaços na Internet e em conferências.
Fica claro, portanto, que o apoio ao embuste socialista os motiva mais que a defesa daquilo que as Escrituras deixam explícito. O que importa é cuspir na nova Geni, que, por sinal, tem nojo, e coberta de razão, da agenda cultural do esquerdismo: “casamento” gay, feminismo, liberação de drogas, aborto, eutanásia, etc.
“Maldita Geni!”
Fonte: GospelMais
Divulgação: www.juliosevero.com
Uma reflexão sobre o neopentecostalismo

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

O passo lógico de Brian McLaren. (...fez uma cerimônia religiosa gay de "compromisso" de seu filho com outro homem....)


O passo lógico de Brian McLaren

Brian McLaren

A notícia que está agitando o mundo evangélico é que Brian McLaren fez uma cerimônia religiosa gay de "compromisso" de seu filho com outro homem. Veja a notícia original aqui.

Eu entendo que ele, como pastor, deve ter sofrido ao descobrir que seu filho era gay. Mas, por outro lado, quando ele fez esta descoberta, a sua teologia liberal já havia minado a sua consciência e seu compromisso para com as Escrituras, de forma que passar para o outro lado e ver homossexualismo como normal foi apenas um passo, o mesmo passo lógico que as igrejas liberais históricas vêem dando, após terem rejeitado a inerrância e autoridade das Escrituras.

Fonte: http://tempora-mores.blogspot.com.br/2012/10/o-passo-logico-de-brian-mclaren.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+blogspot/wFUcB+(O+Tempora,+O+Mores)


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VOCÊ GANHOU!