Donna Quinn é uma 'freira' que defende publicamente a legalização do aborto em todo o mundo.
Lembram-se da notícia de umas freiras católicas americanas que se manifestaram na última missa de Domingo de Páscoa, no Vaticano? Podem ver a lista de nomes e um CV resumido de algumas dessas freiras, aqui.

Pergunto: por que é que essas freiras, não estando de acordo com a doutrina da Igreja Católica, não “desamparam o tasco” e não se “dedicam à pesca”, por exemplo, no Bairro Alto ou no Intendente, depois da meia-noite?
Resposta: porque, para além de serem feias todos os dias, a sua intenção é mesmo a de minar a Igreja Católica, e a única forma eficiente de o fazer é permanecendo dentro da instituição.

Em alguns casos, como o da freira Louise Lears, apareceu um arcebispo [o arcebispo de St. Louis, Raymond Burke] com força moral suficiente para a banir dos ministérios da Igreja e de receber os sacramentos.
Porém, que eu saiba, nenhuma dessas filhas de Satanás foi até hoje excomungada pela Igreja Católica — com excepção de Margaret Mary McBride, uma freira que era administradora de um hospital católico no Arizona, e que em 2009 autorizou pessoalmente a realização de um aborto no seu hospital; neste caso, a excomunhão foi automática, ou seja, não necessitou de ponderação e de deliberação por parte da hierarquia da Igreja Católica Apostólica Romana.
Se algumas mulheres não se sentem bem na Igreja Católica, ponham-se a andar de lá para fora!. Não chateiem!. Não fazem falta, na Igreja, mulheres que não se sentem bem: desamparem a loja!.
Adenda: Os fins não justificam todos os meios; um acto maligno não pode ser justificado pelo putativo bem que eventualmente possa causar. A ética deve ser ontológica [o desígnio do Ser] e não dever ser teleológica [utilitarismo], porque o ser humano não é Deus e não pode prever o futuro.