domingo, 19 de junho de 2011

Hollywood dos Machos aos Gays Bondosos

"...deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne. Ora, um e outro, o homem e sua mulher, estavam nus e não se envergonhavam" (Gênesis 2.24-25).

Gosto de estudar filmes à luz da Palavra de Deus. Ler livros com histórias cativantes e assistir filmes com boas narrativas me fascina. Você também gosta de assistir a um bom filme? Comendo pipocas e bebendo refrigerantes? Você prefere o filme no escurinho do cinema, em DVD no home theater ou exibido em um dos canais da HBO? Acho que nesse aspecto puxei a meu pai, pois ele analisa até os filmes mudos de Charles Chaplin e raramente perde uma noite de entrega do Oscar.

       Neste ano iniciamos um "Smart Teen's Chat" (bate-papo do adolescente inteligente) com um grupo de amigos dos nossos filhos e membros da nossa igreja. Em cada bate-papo, geralmente, assistimos juntos um filme e em seguida o criticamos à luz da Palavra de Deus. Temos observado dezenas de idéias controvertidas quanto à fé cristã nas películas cinematográficas. Em especial, um aspecto cada vez mais freqüente nos filmes de Hollywood lançados a partir de 1990 é a crescente participação de casais gays.

       Vejo o fenômeno gay como uma pequena nuvem crescente e acinzentada no horizonte prenunciando que uma tempestade vai cair. Na primeira quinzena de fevereiro de 2004, San Francisco tornou-se a primeira cidade americana a liberar casamentos gays. Em apenas cinco dias, a prefeitura dessa cidade concedeu 2600 certidões de casamentos a homossexuais. Esse acontecimento em San Francisco é apenas uma pequena amostra da rebelião contra Deus, uma gota d'água anunciando a forte tempestade que se aproxima. O pior ainda está por vir.

       A cerca de 500 quilômetros ao sul de San Francisco, chuviscos dessa nuvem começam a cair em Hollywood. A capital do cinema vem quebrando todos os tabus e normalizando a relação sexual gay em seus filmes.

Quando Ser Macho Era Ser Masculino e Ser Fêmea Era Ser Femininadesenho Sunset, de Norman Rockwell

Já se foi o tempo em que João estava feliz em ser um menino e Suzana estava satisfeita em ser uma menina. Você se lembra daqueles filmes antigos onde havia romances inteligentes envolvendo homens e mulheres? Quase sempre eles tinham um triângulo amoroso e, com raríssimas exceções, o final era sempre feliz. Vamos recordar alguns:

  • "E O Vento Levou"

Essa foi uma superprodução nos padrões antigos e um filme ganhador de dez Oscars, incluindo o de melhor filme de 1939. Ambientado durante a Guerra Civil Americana, traz um triângulo amoroso entre o capitão Rhett Buttler (interpretado por Clark Gable), Ashley Wilkes (Leslie Howard) e a esperta Scarlett O'Hara (Vivien Leigh).

       Ashley Wilkes casa-se com a boa Melaine, que morre durante uma gestação. Rhett casa-se com Scarlett e com ela tem sua filha Bonnie, que morre após sofrer uma queda de um pônei.

       Scarlett é uma mulher oportunista e usa o amor de Ashley e Rhett para sempre se sair bem. Ela apronta algumas e Rhett decide que vai pedir o divórcio e deixá-la. Leia o último diálogo, que retrata a quebra do relacionamento do casal:
E o Vento Levou Scarlett: "Devo amá-lo há anos, só que fui tola demais para perceber [...] Lamento tanto. Lamento por tudo".

       Rhett: "Acha que dizer que lamenta conserta tudo? [...] Vou para Charleston. Lá é meu lugar".

       Scarlett: "Por favor, me leve com você!"

       Rhett: "Não. Cansei de tudo. Quero paz". [...]

       Scarlett: "Eu só sei que te amo".

       Rhett: "Isso é problema seu".

       Rhett desce os degraus da sala e abre a porta da rua. Scarlett desce as escadas correndo em direção a Rhett:

       Scarlett: "Rhett, se você for embora, para onde irei? O que farei?"

       Rhett: Francamente, minha querida, eu não dou a mínima".

       A astuta Scarlett, abatida, deita-se nos degraus da sala. Na seqüência, ela se levanta com os olhos marejados:

       Scarlett: "Tara... minha casa! Vou para casa! E vou pensar em um jeito de trazê-lo de volta. Afinal, amanhã é outro dia".

       Até nesses momentos duros de separação conjugal, fica claro para os milhões que já assistiram esse filme, que se trata de uma relação entre marido e esposa. São mágoas e corações partidos de um casal heterossexual. É o masculino versus o feminino, sem qualquer gay na parada.

  • "Casablanca"

Filme ganhador de três Oscars, incluindo o de melhor filme de 1942. Pergunto: como um filme em preto e branco e sem os sofisticados recursos visuais vem encantando platéias até os nossos dias? Por uma única razão: é uma história de um triângulo amoroso em plena II Guerra Mundial.

       Rick Blaine (Humphrey Bogart) é um americano amargo, cínico e dono de um bar na cidade de Casablanca, capital do Marrocos. Victor Laszlo (Paul Henreid) faz parte da resistência contra os nazistas e é casado com Ilsa (Ingrid Bergman), uma ex-amante de Rick,.

       Na época em que Rick e Ilsa tiveram seu primeiro romance em Paris, podemos ouvir frases fortíssimas de uma mulher apaixonada por um homem:

       Ilsa: "Com o mundo inteiro desmoronando-se, escolhemos logo esse tempo para nos
Casablanca apaixonar".

       Na seqüência, ouve-se o estrondo de um tiro de canhão.

       Ilsa: "Foi um tiro de canhão ou é o meu coração batendo?"

      Rick: "Ah, é o novo 77 alemão. Julgando pelo som, estão a apenas trinta e cinco milhas de distância".

       Já no Marrocos, Ilsa diz a Rick:

       "Não dá mais para lutar contra isso. Fugi de você uma vez. Não consigo fugir de novo. Oh, não sei mais o que é certo. Você terá de pensar por nós dois".

       Trata-se de uma mulher derretida por um homem. Não há nenhum meio-homem e meia-mulher ou algum "faz-de-conta que é, mas não é". É pura química entre o macho e a fêmea.

       Ao final, Rick escolhe ficar só com suas recordações e facilita a saída de Ilsa e Victor do país.

  • "A Noviça Rebelde"

Em 1965, esse filme foi vencedor de cinco Oscars, incluindo o de melhor filme. Ele conta a história de Maria (Julie Andrews), uma noviça engraçada que gostava de cantar e tocar violão. Enviada para ser a governanta na casa do rígido capitão Von Trapp (Christopher Plummer), traz de volta a música para aquele lar, quebra as caducas normas disciplinares militares impostas às crianças e conquista toda a família.

       Aos poucos, o capitão se distancia da pretendente baronesa Schraeder (Eleanor Parker) e passa a se interessar por Maria. Certa noite, no jardim da mansão, eles cantam "Something Good" ("Alguma Coisa Boa"). Maria alega que, apesar da sua infância e adolescência conturbadas, deve ter feito alguma coisa boa para merecer estar vivendo aqueles momentos gostosos de sentimentos amorosos:

       O capitão: "Então, você está aqui, em pé e me amando. Se deve ou não deve..."

       Maria: "Então, em algum momento da minha juventude ou infância, devo ter feito alguma coisa boa".
Ambos: "Nada vem do nada. Nada nunca pode".

       O jogo de sedução é claro. A mulher atrai o homem e o homem deseja a mulher. Não existe um híbrido no romance. É somente homem e mulher, do jeito que Deus criou. Aos poucos a audiência se envolve no romance e torce para que a família Von Trapp escape da Austria tomada pelos nazistas.

  • "Love Story - Uma História de Amor"

Lançado em 1970, chegou a ganhar o Oscar de melhor trilha sonora. É o romance do estudante de Direito Oliver Barrett IV (Ryan O'Neal) com Jennifer Cavalieri (Ali MacGraw) que estuda música. Ambos são ateus. Ele é filho de um milionário e ela de um pobre. Casam-se e enfrentam a desaprovação dos pais de ambos e ainda uma grave doença de Jennifer.

       A frase que marcou o filme é dita duas vezes durante a exibição: "Amar é jamais ter que pedir perdão". O diretor do filme, Arthur Hiller, explicou o seu significado: "Se duas pessoas se amam, elas entendem que nem sempre vão concordar. Não têm que pedir desculpas por isso. Não precisam ficar se explicando sobre isso. Cada um entende o outro porque eles se amam e respeitam um ao outro".
O filme termina com a morte de Jennifer e, na seqüência, vemos Oliver sentado sozinho nas arquibancadas olhando a pista de patinação coberta de neve, enquanto uma suave trilha sonora é tocada. É um final daqueles de chorar!

       "Love Story" reflete o amor de dois jovens universitários, prontos para vencer toda e qualquer dificuldade em nome do amor. Mais uma vez, não há qualquer interferência ou presença gay nessa película. Geneticamente falando, é a irremediável atração entre o sexo feminino homogamético XX e o sexo masculino heterogamético XY.

       Poderíamos continuar analisando mais alguns filmes, mas acredito que já é suficiente. Antes de passar ao próximo tópico, é importantíssimo dar uma "pausa" no controle remoto deste artigo e fazer uma colocação muito relevante. Quero deixar bem claro que sou crítico da filosofia, conduta e idéias que são passadas em todos os filmes que estou citando neste artigo. Discordo de Hollywood e sou totalmente inconformado com as mensagens transmitidas pelos seus filmes. Citando-os, meu intuito é apenas exemplificar que antigamente os clássicos de Hollywood apresentavam relacionamentos heterossexuais, sem qualquer chance de envolvimentos homossexuais.

A Hollywood dos "gays bondosos e inteligentes"

Nos filmes atuais, porem, é cada vez mais freqüente a representação do homossexual como um mentor sábio, simpático, compreensivo, muito humano e com um entendimento sobre o amor e o romance muito maior do que o dos heterossexuais. É chegada a hora e a vez dos homossexuais no cinema.

       Eis alguns exemplos (diversos desses filmes não foram produção hollywoodiana): Frankie & Johnny (1991), Garotos de Programa (1991), As Aventuras de Priscilla, A Rainha do Deserto (1994), O Padre (1994), A Gaiola das Loucas (1996), Melhor é Impossível (1997), O Casamento do Meu Melhor Amigo (1997), Perseguindo Amy (1997), The Love Letter (1999), Ninguém é Perfeito (1999), Beleza Americana (1999), Segundas Intenções (1999), Mais Que o Acaso (2000), Sobrou prá Você (2000), O Diário de Bridget Jones (2001), Doce Novembro (2001), entre vários outros comprometidos em divulgar a vida homossexual ou em apresentá-la como sendo normal. Vejamos uma sinopse apenas do primeiro e do último filme da lista acima.
  • "Frankie & Johnny"

Um filme do gênero romântico, produzido nos EUA em 1991. Johnny (Al Pacino) é um ex-prisioneiro que foi contratado como o novo cozinheiro de um café em Nova York. Frankie (Michelle Pfeiffer) é uma garçonete desse café que já teve alguns relacionamentos amorosos desastrosos. De um deles, herdou uma cicatriz na cabeça causada por uma agressão física do cônjuge.

    Trata-se de um romance convencional entre um homem e uma mulher com antecedentes problemáticos, mas que conseguem superá-los e se unir em amor. No entanto, no decorrer do romance, é apresentado "Tim", um homossexual vizinho de apartamento de Frankie. Tim está de namorado novo - "Bobby". Tim nos passa a imagem de uma pessoa superlegal e muito sensível. Por exemplo: Frankie está nervosa com o seu primeiro encontro com Johnny e confusa quanto ao vestido e os sapatos que deve usar. Mas lá está Tim para orientá-la e acalmá-la. O próprio Tim se sente como se fosse "a irmã mais velha" de Frankie. Johnny, ao se despedir do casal homossexual, diz: "Tenho um primo que é gay [...] Ele é um cara bacana".

       Em um jogo de boliche, Nedda (uma colega de Frankie) não consegue derrubar nenhum pino, mas Tim está lá incentivando-a e parabenizando-a porque jogou melhor do que da última vez. Tim levanta o ânimo das pessoas, não coloca ninguém para baixo. Os que assistem ao filme, meditam: "Ele é um cara legal!". Ao final do filme, o que fica em nossa mente é que os homossexuais são bem mais sensíveis e amigos do que os heterossexuais.

  • "Doce Novembro"

Esse também é um filme do gênero romântico, produzido nos EUA em 2001. A capa do DVD lançado pela Warner Bros. Pictures, relata:
Doce Novembro "Nelson Moss (Keanu Reeves) e Sara Deever (Charlize Theron) não têm nada em comum a não ser uma hora terrível no Departamento de Veículos para o exame de habilitação. Ela é uma mulher encantadora e charmosa que instiga o que há de melhor em um homem. Ele é um publicitário workaholic que tem dificuldade em se relacionar, e cuja única intimidade é com os resultados financeiros... até conhecer Sara.
Interessados um pelo outro mas sem estarem preparados para se envolver, eles estabelecem um namoro nada convencional. Uma relação de um mês, após a qual seguirão caminhos separados. Sem expectativas. Sem pressão. Sem nenhuma ligação. Só que não contavam com o fato de se apaixonarem".
Em meio a esse romance incomum entra em cena um personagem chamado Chaz Whatley, que é um publicitário famoso. "Chaz" é seu nome quando faz o papel de homem e "Cherry" quando está travestido de mulher. "Chaz" encaixa-se naquele velho refrão: "De noite é Maria e de dia é João". Chaz-Cherry tem um parceiro também travesti chamado "Brandy".
Chaz é compreensivo. Quando vê Nelson usando seu moleton, em vez de reclamar, diz que o moleton cai bem em Nelson e que ele pode usá-lo. Chaz é participativo e confidente. Enquanto ajuda a emocionalmente confusa Sara a preparar a ceia do "Dia de Ação de Graças", dá uma força para ela continuar com Nelson, dizendo: "Algo que aprendi foi ter aqueles que me amam à minha volta pelo máximo de tempo possível".
O próprio Nelson, que no início achou meio estranhos aqueles homens travestidos, presenteia a Sara um livro intitulado "Por que Harriet é tão cabeludo?", que passa a mensagem de que devemos ser compreensivos com os travestis. Nelson sentencia que o livro é "o guia completo para entendermos nossos amigos travestis".
No final do filme, com certeza fica a mensagem de que os homossexuais são participativos e merecem a nossa amizade. Diria até que o filme chega a nos questionar: será que nós, heterossexuais "insensíveis", merecemos a fiel amizade dos homossexuais bondosos e inteligentes?

Os Gays Fora do Armário

Nuvens preocupantes se juntam no horizonte e já dá para perceber a mudança de clima. Meses de tempestade vêm pela frente. Será que os gays são tão legais quanto retratados nos filmes? Com a palavra Michael Swift, "O Gay Revolucionário", que chocou os congressistas americanos em 1987 com as seguintes declarações:
"Iremos sodomizar seus filhos [...] vamos seduzi-los nos seus colégios, nos seus dormitórios, nos seus ginásios esportivos, nos seus vestiários, nas suas quadras, nos seus seminários, nos seus grupos de jovens, nos banheiros dos seus cinemas, nos seus transportes do exército, nos seus pontos de caminhoneiros, nos seus clubes masculinos, nas suas Câmaras do Congresso, onde estiverem homens juntos com homens. [...] Seus filhos serão recriados à nossa imagem. Virão a ansiar por nós e a nos adorar.
Mulheres, vocês choram por liberdade. Vocês dizem que não estão mais satisfeitas com os homens; eles as fazem infelizes. Nós, conhecedores da face masculina, da psique masculina, tiraremos seus homens de vocês. Nós os divertiremos, os instruiremos e os abraçaremos quando chorarem. [...]
Todas as leis que proíbam atividades homossexuais serão revogadas. Em vez disso, será aprovada legislação que promova o amor entre homens. [...]
Escreveremos poemas sobre o amor entre homens; exibiremos peças teatrais onde um homem afaga carinhosamente outro homem; faremos filmes sobre o amor entre os homens heróis que substituirão o amor heterossexual juvenil, insípido, sentimental, superficial e barato que atualmente domina e enlouquece suas telas de cinemas. [...]
Nossos escritores e artistas farão que o amor entre homens seja um modismo. [...] Nós levantaremos um vasto exército particular. [...] A união familiar [...] será abolida. [...] Meninos perfeitos serão concebidos e crescerão em laboratórios genéticos. [...]
Todas as igrejas que nos condenam serão fechadas. Nossos únicos deuses serão moços bonitos. [...] Todos os homens que insistem em permanecer estupidamente heterossexuais, serão julgados em cortes de justiça homossexuais e serão homens invisíveis.
Reescreveremos a história, história cheia e desonrada com suas distorções e mentiras heterossexuais. Nós retrataremos a homossexualidade dos grandes líderes e pensadores que moldaram o mundo. Demonstraremos que homossexualidade, inteligência e imaginação estão inextrincavelmente ligadas, e que a homossexualidade é um requisito da nobreza verdadeira, da beleza verdadeira em um homem. [...]
Nós também somos capazes de disparar armas de fogo [...] na revolução final. Trema, hetero suíno, quando aparecermos diante de você sem nossas máscaras". (Trecho de um artigo do Gay Community News, de 15 - 21 de fevereiro de 1987).
"Orgulho Gay" em Birmingham Fico a pensar... a declaração acima é melhor definida como "orgulho gay"? ou como cafajestada atrevida?
O Movimento da Nova Era também apóia a homossexualidade. Um dos seus promotores é Neale Donald Walsch, autor da série "Conversando Com Deus". Neale Walsch já teve cinco casamentos heterossexuais e o deus com quem ele conversa é totalmente diferente do Deus da Bíblia Sagrada.
Em Conversando Com Deus - Livro II, Neale Wasch pergunta ao seu deus, se qualquer tipo de sexo, até mesmo o sexo "depravado", sem amor e as relações homossexuais são aprovadas. E o deus dele responde:
"Sexo 'depravado'? Se não prejudicar ninguém, e for praticado com a permissão dos envolvidos, que motivo alguém teria para considerá-lo 'errado'? [...]
Sexo homossexual? Tantas pessoas querem dizer que Eu sou contra a homossexualidade - ou o seu exercício. Contudo, Eu não julgo essa escolha de vocês, ou qualquer outra.
As pessoas querem fazer todos os tipos de julgamento de valor - sobre tudo - e Eu estrago a festa. Não quero juntar-me a elas nesses julgamentos, o que é especialmente desconcertante para aqueles que dizem que Eu os originei.
Eu realmente observo que houve um tempo em que as pessoas pensavam que o casamento entre raças diferentes não era só desaconselhável, mas contra a lei de Deus. (Surpreendentemente, algumas ainda pensam isso.) Elas viam suas Bíblias como suas fontes autorizadas - como fazem a respeito de questões que cercam a homossexualidade." (páginas 127-128).
Como médicos, sabemos que ninguém nasce geneticamente homossexual e que, tampouco, existe qualquer aberração cromossômica que gere o homossexualismo. "A "Orgulho Gay" em Berlimhomossexualidade, travestismo e outras variações psicológico-sexuais não têm, em regra, base em aberrações comossômicas ou defeitos de genes isolados" (Thompson & Thompson, Genética Médica, página 168).
A homossexualidade é apenas uma opção comportamental sem qualquer respaldo científico. Nenhum humano nasce homossexual, mas pode ser treinado a viver e se comportar de forma homossexual.
A "opção gay" é considerada imundícia aos olhos do Senhor Deus (Romanos 1.24-27). A homossexualidade é uma reviravolta do natural para o não-natural! Uma guinada contrária à sexualidade original!

Sodomia Descarada

"Os homens de Sodoma, os moços como os velhos, [...] chamaram por Ló e lhe disseram: Onde estão os homens que, à noitinha, entraram em tua casa? Traze-os fora a nós para que abusemos deles." (Gênesis 19.4-5).
Na Bíblia Sagrada são contadas várias histórias. Diferentemente dos filmes de Hollywood, a grande maioria é de narrativas de fatos verídicos (outras são parábolas).

Como em toda e qualquer história, podemos identificar os seguintes elementos: o tema, o herói (ou heroína), o objetivo do herói, o adversário, o ponto fraco do herói, a derrota aparente do herói, a confrontação final, o auto-reconhecimento obtido pelo herói e, finalmente, a resolução ou conclusão do conflito.

       Na narrativa sobre Sodoma e Gomorra, registrada em Gênesis capítulos 18 e 19,
Carandiru - 2003 podemos identificar cada um dos elementos acima. Tenciono salientar apenas o momento que descreve a derrota aparente do herói (Gênesis 19.4-9):

       Ló era um herói fraco e um líder sem muita desenvoltura (esse era o seu ponto fraco). A cena crítica e que passa para nós a sensação de uma derrota aparente de Ló acontece quando os homossexuais tarados de Sodoma sitiam a casa de Ló, partem para cima dele, tentam arrombar a porta para estuprar os dois homens (anjos) que estavam na casa de Ló. Esse é um momento de suspense na narrativa. Se pararmos a leitura nesse ponto, a imagem de Ló encurralado por uma turba de gays sedentos por sexo é assustadora e resta-nos deduzir: o heterossexual Ló está frito, perdidinho e vai morrer. Que tensão!

       No entanto, a história não acabou assim. Graças à intervenção divina, Ló e sua família escaparam milagrosamente da cidade de Sodoma.

       Da mesma forma que Ló, aos pouquinhos, de forma sutil, para que ninguém perceba, estamos sendo encurralados pela crescente participação gay nos filmes, na mídia e em todos os aspectos das nossas vidas.

       Preparem-se! Chuviscos dessa trovoada já começaram a cair nas telinhas das TVs em nossas salas-de-estar e nos telões dos cinemas. E haja gays "bonzinhos" e "inteligentes" nos filmes de Hollywood! Quem não estiver usando um guarda-chuva espiritual, vai levar uma aguaceirada daquelas! Que Deus nos proteja desse temporal e nos livre como livrou a Ló! Amém!

Autor: Dr. Samuel Fernandes Magalhães Costa


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