terça-feira, 28 de junho de 2011

Festas Juninas e Crentes Verdadeiros não se misturam!

Festas Juninas
 
 
 
Existe no decorrer do ano, diversas datas que são definidas como feriado, seja, municipal, estadual ou nacional. Geralmente, um feriado sempre é bem vindo; para muitos sinônimo de folga no trabalho e diversão. Mas, há uma questão muito séria que encontra-se por trás de alguns destes feriados, são dias santos, por conseqüência consagrado há alguma entidade venerada por multidões; estes feriados é uma forma de devotar louvor ou veneração a personagens declarados como santos (1Co 10.19,20).

É necessário portanto, que nós como corpo do Senhor Jesus, não venhamos a compartilhar destas consagrações; evitando, estarmos juntos aos que se alegram com elas. Neste caso, especifico, muitas cidades têm como tradições patrocinar festividades denominadas como "Festas Juninas", que consistem em "forrós e outras tradições" comuns à data; o Espírito de Deus nos aconselha a não participarmos de tais tradições, nem mesmo, admirá-las. E, na condição de separados que somos, é sábio declararmos diante das trevas que anulamos em nome de Jesus Cristo, todo poder e autoridade constituída pelos homens às forças espirituais contra nossas vidas. O passo seguinte é procurarmos viver um dia, de muita vigilância e consagração ao Senhor (Mt 26.41), para que não sejamos atingidos pelo inimigo.

"Não se juntem com os descrentes para trabalharem com eles. Como é que o certo e o errado podem ser companheiros? Como podem viver juntas a luz e a escuridão? Como podem Cristo e o diabo estar de acordo? O que é que um cristão e um descrente têm em comum? Que relação pode haver entre o Templo de Deus e os ídolos pagãos? Pois nós somos o templo do Deus vivo." ( 2Co 6:14-16)

Nos dias atuais a permissividade infelizmente é muito bem aceita pelas igrejas, as práticas comuns aos que andam sob os conselho da carne, são adaptadas e cristianizadas. Já é possível encontrar-se igrejas "evangélicas" montando "arraiais juninos", "quadrilhas" e outras manifestações comuns ao catolicismo. Cegos!

1- FESTAS JUNINAS

As Festas Juninas, são tradicionalmente homenagens a três santos católicos, são eles: Santo Antonio, São João, São Pedro e São Paulo . A seguir, veja como surgiu tais comemorações.
O calendário das festas católicas é marcado por diversas comemorações de dias de santos. As comemorações de cunho religioso foram apropriadas de tal forma pelo povo brasileiro que ele transformou o Carnaval - ritual de folia que marca o início da Quaresma, período que vai da quarta-feira de Cinzas ao domingo de Páscoa - em uma das maiores expressões festivas do Brasil no decorrer do século XX.

Do mesmo modo, as comemorações de São João (24 de junho) fazem parte de um ciclo festivo que passou a ser conhecido como festas juninas e homenageia, além desse, outros santos reverenciados em junho: Santo Antônio (dia 13) e São Pedro e São Paulo (dia 29).

Se pesquisarmos a origem dessas festividades, perceberemos que elas remontam a um tempo muito antigo, anterior ao surgimento da era cristã. De acordo com o livro O Ramo de Ouro, de sir James George Frazer, o mês de junho, tempo do solstício de verão (no dia 21 ou 22 de junho o Sol, ao meio-dia, atinge seu ponto mais alto no céu, esse é o dia mais longo e a noite mais curta do ano) no Hemisfério Norte, era a época do ano em que diversos povos - celtas, bretões, bascos, sardenhos, egípcios, persas, sírios, sumérios - faziam rituais de invocação de fertilidade para estimular o crescimento da vegetação, promover a fartura nas colheitas e trazer chuvas.

No Hemisfério Norte, as quatro estações do ano são demarcadas nitidamente; na região equatorial e nas tropicais do Hemisfério Sul, o movimento cíclico alterna o período de chuva e o de estiagem, mas ainda assim o ciclo vegetativo pode ser observado da mesma maneira - alteração na coloração e perda das folhas, seca e renascimento.

O que ocorre com a natureza é algo semelhante à saga de Tamuz e Adônis, que submergem do mundo subterrâneo e retornam todos os anos para viver com suas amadas Istar e Afrodite e com elas fertilizar a vida.

Com o cultivo da terra pelo homem, surgiram os rituais de invocação de fertilidade para ajudar o crescimento das plantas e proporcionar uma boa colheita.

Na Grécia, por exemplo, Adônis era considerado o espírito dos cereais. Entre os rituais mais expressivos que o homenageavam estão os jardins de Adônis: na primavera, durante oito dias, as mulheres plantavam em vasos ou cestos sementes de trigo, cevada, alface, funcho e vários tipos de flores. Com o calor do sol, as plantas cresciam rapidamente e, como não tinham raízes, murchavam ao final dos oito dias, quando então os pequenos jardins eram levados, juntamente com as imagens de Adônis morto, para ser lançados ao mar ou em outras águas.

Os rituais de fertilidade perduraram através dos tempos. Na era cristã, mesmo que fossem considerados pagãos, não era mais possível acabar com eles. Segundo Frazer, é por esse motivo que a Igreja Católica, em vez de condená-los, os adapta às comemorações do dia de São João, que teria nascido em 24 de junho, dia do solstício

Na Europa, os festejos do solstício de verão foram adaptados à cultura local, de modo que em Portugal foi incluída a festa de Santo Antônio de Lisboa ou de Pádua, em 13 de junho. E a tradição cristã completou o ciclo com os festejos de São Pedro e São Paulo, ambos apóstolos da maior importância, homenageados em 29 de junho.

Quando os portugueses iniciaram o empreendimento colonial no Brasil, a partir de 1500, as festas de São João eram ainda o centro das comemorações de junho. Alguns cronistas contam que os jesuítas acendiam fogueiras e tochas em junho, provocando grande atração sobre os indígenas.

Mesmo que no Brasil essa época marcasse o início do inverno, ela coincidia com a realização dos rituais mais importantes para os povos que aqui viviam, referentes às colheitas e à preparação dos novos plantios. O período que vai de junho a setembro é a época da seca em muitas regiões do Brasil, quando os rios estão baixos e o solo pronto para enfrentar o plantio, que segue a seqüência: derrubada da mata, queima das ramagens para limpar o terreno e adubá-lo com as cinzas e plantio. É a técnica da coivara, tão difundida entre os povos do continente americano.

Nessa época os roçados velhos, do ano anterior, ainda estão em pleno vigor, repletos de mandioca, cará, inhame, batata-doce, banana, abóbora, abacaxi, e a colheita de milho, feijão e amendoim ainda se encontra em período de consumo. Esse é um tempo bom para pescar e caçar. Uma série ritual, que dura todo o período, inclui um conjunto muito variado de festas que congregam as comunidades indígenas em danças, cantos, rezas e muita fartura de comida. Deve-se agradecer a abundância, reforçar os laços de parentesco (as festas são uma ótima ocasião para alianças matrimoniais), reverenciar as divindades aliadas e rezar forte para que os espíritos malignos não impeçam a fertilidade. O ato de atear fogo para limpar o mato, além de fertilizar o solo, serve principalmente para afastar esses espíritos malignos.

Houve, portanto, certa coincidência entre o propósito católico de atrair os índios ao convívio missionário catequético e as práticas rituais indígenas, simbolizadas pelas fogueiras de São João. Talvez seja por causa disso que os festejos juninos tenham tomado as proporções e a importância que adquiriram no calendário das festas brasileiras.

As relações familiares eram complementadas pela instituição do compadrio, que servia para integrar outras pessoas à família, estreitando assim os laços entre vizinhos e entre patrões e empregados. Até mesmo os escravos podiam ser apadrinhados pelos senhores de terra.

Havia duas formas principais de tornar-se compadre e comadre, padrinho e madrinha: uma era, e ainda é, através do batismo; a outra, através da fogueira. Nas festas de São João, os homens, principalmente, formavam duplas de compadres de fogueira: ficavam um de cada lado da fogueira e deveriam pular as brasas dando-se as mãos em sentido cruzado.

Os laços de compadrio eram muito importantes, pois os padrinhos podiam substituir os pais na ausência ou na morte destes, os compadres integravam grupos de cooperação no trabalho agrícola e os afilhados eram devedores de obrigações para com os padrinhos. A instituição beneficiava os patrões, que tinham um séquito de compadres e afilhados leais tanto nas relações de trabalho como nas campanhas políticas, quando se beneficiavam do voto de cabresto.

Hoje as festas juninas possuem cor local. De acordo com a região do país, variam os tipos de dança, indumentária e comida. A tônica é a fogueira, o foguetório, o milho, a pinga, o mastro e as rezas dos santos.

No Nordeste sertanejo, o São João é comemorado nos sítios, nas paróquias, nos arraiais, nas casas e nas cidades. A importância dessa festa pode ser avaliada pelo número de nordestinos e turistas que escolhem essa época do ano para sair de férias e participar dos festejos juninos.

Na Amazônia cabocla, a tradição de homenagear os santos possui um calendário que tem início em junho, com Santo Antônio, e termina em dezembro, com São Benedito. Cada comunidade homenageia seus santos preferidos e padroeiros, com destaque para os santos juninos. São festas de arraial que começam no décimo dia depois das novenas e nas quais estão presentes as fogueiras, o foguetório, o mastro, os banhos, muita comida e folia.

A tradição caipira, especialmente a do Sudeste do Brasil, caracteriza-se pelas festas realizadas em terreiros rurais, onde não faltam os elementos típicos dos três santos de junho. Mas elas também se espalharam pelas cidades e hoje as festas juninas acontecem, principalmente, em escolas, clubes e bairros. Como em outras partes do Brasil, o calendário das festas paulistas destaca os rodeios e as festas de peão boiadeiro como eventos ou espetáculos mais importantes, que se realizam de março a dezembro.

As festas juninas, com maior ou menor destaque, ainda são realizadas em todas as regiões do Brasil e representam uma das manifestações culturais brasileiras mais expressivas.

2- SANTOS JUNINOS

Os três Santos Principais: Sto Antonio, São João e São PedroHistória e Lendas Católica sobre estes santos.

Santo Antônio
Festejado no dia 13 de junho, Santo Antônio é um dos santos de maior devoção popular tanto no Brasil como em Portugal. Fernando de Bulhões nasceu em Lisboa em 15 de agosto de 1195 e faleceu em Pádua, na Itália, em 13 de junho de 1231. Recebeu o nome de Antônio ao passar, em 1220, da Ordem de Santo Agostinho para a Ordem de São Francisco e é conhecido como Santo Antônio de Lisboa ou Santo Antônio de Pádua.

Santo Antônio era admirado por seus dotes de ótimo orador, pois quando pregava a palavra de Deus ela era entendida até mesmo por estrangeiros. É por assim dizer o "santo dos milagres", como afirmou o padre Antônio Vieira em um sermão de 1663 realizado no Maranhão: "Se vos adoece o filho, Santo Antônio; se vos foge um escravo, Santo Antônio; se requereis o despacho, Santo Antônio; se aguardais a sentença, Santo Antônio; se perdeis a menor miudeza de vossa casa, Santo Antônio; e, talvez se quereis os bens alheios, Santo Antônio".

É o santo familiar e protetor dos varejistas em geral, por isso é comum encontrar sua figura em estabelecimentos comerciais. É também o padroeiro das povoações e dos soldados, pois enfrentou em vida aventuras guerreiras como soldado português.
Sua influência é marcante entre o povo brasileiro. Seus devotos, em geral, não têm em casa uma imagem grande do santo e preferem levar no bolso uma pequena para se proteger. É a ele que as moças ansiosas pedem um noivo. A prática de colocar o santo de cabeça para baixo no sereno, amarrada num esteio, ou de jogá-lo no fundo do poço até que o pedido seja atendido, por exemplo, é bastante comum entre os devotos.

Em homenagem a Santo Antônio, geralmente realizam-se duas espécies de rezas e festas: os responsos, quando ele é invocado para achar objetos perdidos, e a trezena, cerimônia que se prolonga com cânticos, foguetório e comes e bebes de 1 a 13 de junho de cada ano.
O relacionamento entre os devotos e os santos juninos, principalmente Santo Antônio e São João, é quase familiar: cheio de intimidades, chega a ser, por vezes, irreverente, debochado e quase obsceno. Esse caráter fica bastante evidente quando se entra em contato com as simpatias, sortes, adivinhas e acalantos feitos a esses santos. Os objetos utilizados nas simpatias e adivinhações devem ser virgens, ou seja, estar sendo usados pela primeira vez, senão… nada de a simpatia funcionar!
Nos primeiros treze dias de junho, os devotos de Santo Antônio rezam as trezenas com o intuito de alcançar graças através da sua intervenção ou de agradecer um milagre que o santo tenha realizado.
São João

João Batista, primo de Jesus Cristo, nasceu no dia 24 de junho, alguns anos antes de seu primo Jesus Cristo, e morreu em 29 de agosto do ano 31 d.C., na Palestina. Foi degolado por ordem de Herodes Antipas a pedido de sua enteada Salomé, pois a pregação do filho de Santa Isabel e São Zacarias incomodava a moral da época. Antes mesmo de Jesus, João Batista já pregava publicamente às margens do Rio Jordão. Ele instituiu, pela prática de purificação através da imersão na água, o batismo, tendo inclusive batizado o próprio Cristo nas águas desse rio.

São João ocupa papel de destaque nas festas, pois, dentre os santos de junho, foi ele que deu ao mês o seu nome (mês de São João) e é em sua homenagem que se chamam "joaninas" as festas realizadas no decurso dos seus trinta dias. O dia 23 de junho, véspera do nascimento de São João e início dos festejos, é esperado com especial ansiedade. Segundo Frei Vicente do Salvador, um dos primeiros brasileiros a escrever a história de sua terra, já no ano de 1603 os índios acudiam a todos os festejos portugueses, em especial os de São João, por causa das fogueiras e capelas.

São João é muito querido por todos, sem distinção de sexo nem de idade. Moças, velhas, crianças e homens o fazem de oráculo nas adivinhações e festejam o seu dia com fogos de artifício, tiros e balões coloridos, além dos banhos coletivos de madrugada. Acende-se uma fogueira à porta de cada casa para lembrar a fogueira que Santa Isabel acendeu para avisar Nossa Senhora do nascimento do seu filho.

São João, segundo a tradição, adormece no seu dia, pois se estivesse acordado vendo as fogueiras que são acesas para homenageá-lo não resistiria: desceria à Terra e ela correria o risco de incendiar-se.

A Lenda do surgimento da fogueira:

Dizem que Santa Isabel era muito amiga de Nossa Senhora e, por isso, costumavam visitar-se. Uma tarde, Santa Isabel foi à casa de Nossa Senhora e aproveitou para contar-lhe que dentro de algum tempo nasceria seu filho, que se chamaria João Batista.

Nossa Senhora então perguntou:- Como poderei saber do nascimento dessa criança?- Vou acender uma fogueira bem grande; assim você poderá vê-la de longe e saberá que João nasceu. Mandarei também erguer um mastro com uma boneca sobre ele.

Santa Isabel cumpriu a promessa. Certo dia Nossa Senhora viu ao longe uma fumaceira e depois umas chamas bem vermelhas. Foi à casa de Isabel e encontrou o menino João Batista, que mais tarde seria um dos santos mais importantes da religião católica. Isso se deu no dia 24 de junho.
A Lenda das bombas de São João:
Antes de São João nascer, seu pai, São Zacarias, andava muito triste por não ter filhos. Certa vez, um anjo de asas coloridas, envolto em uma luz misteriosa, apareceu à frente de Zacarias e anunciou que ele seria pai. A alegria de Zacarias foi tão grande que ele perdeu a voz desse momento em diante. No dia do nascimento do filho, perguntaram a Zacarias como a criança se chamaria. Fazendo um grande esforço, ele respondeu "João" e a partir daí recuperou a voz. Todos fizeram um barulhão enorme. Eram vivas para todos os lados.

Vem daí o costume de as bombinhas, tão apreciadas pelas crianças, fazerem parte dos festejos juninos.A festa de São João: Em festa de São João, na maioria das regiões brasileiras, não faltam fogos de artifício, fogueira, muita comida (o bolo de São João, principalmente nos bairros rurais, é essencial), bebida e danças típicas de cada localidade.

No Nordeste, por exemplo, essa festa é tão tradicional que no dia 23 de junho, depois do meio-dia, em algumas localidades ninguém mais trabalha. Enfeitam-se sítios, fazendas e ruas com bandeirolas coloridas para a grande festa da véspera de São João. Prepara-se a lenha para a grande fogueira, onde serão assados batata-doce, mandioca, cebola do reino e milho. Em torno dela sentam-se os familiares de sangue e de fogueira.

O formato da fogueira varia de lugar para lugar: pode ser quadrada, piramidal, empilhada… Quanto mais alta, maior é o prestígio de quem a armou. Os balões levam, segundo os devotos, os pedidos para o santo. Quando a fogueira começa a queimar, o mastro, que recebeu a bandeira do santo homenageado, já se encontra preparado. Ele é levantado enquanto se fazem preces, pedidos e simpatias.

Depois do levantamento do mastro, tem início a queima de fogos, soltam-se os busca-pés e as bombinhas. A arvorezinha, também chamada de mastro, que é plantada em frente às casas e, no lugar da festa, é plantada perto da fogueira, está enfeitada com laranja, milho verde, coco, presentes, garrafas, etc.

A cerimônia do banho varia de uma região para outra. No Mato Grosso, por exemplo, não são as pessoas que se banham nos rios, e sim a imagem do santo. Na Região Norte, principalmente em Belém e Manaus, o banho-de-cheiro faz parte das tradições juninas. A preparação do banho de São João inicia-se alguns dias antes da festa. Trevos, ervas e cipós são pisados, raízes e paus são ralados dentro de uma bacia ou cuia com água e depois guardados em garrafas até o momento do banho. Chegada a hora da cerimônia, os devotos lavam e esfregam o corpo com esses ingredientes. Acredita-se que o banho-de-cheiro tenha o poder mágico de trazer muita felicidade às pessoas que o praticam.

As danças regionais, o som de violas, rabecas e sanfonas, o banho do santo, o ato de pular a fogueira, a fartura de alimentos e bebidas - tudo isso transforma a festa de São João numa noite de encantamento que inspira amores e indica a sorte de seus participantes. No fim da festa, todos pisam as brasas da fogueira para demonstrar sua devoção.
São Pedro
São Pedro, o apóstolo e o pescador do lago de Genezareth, cativa seus devotos pela história pessoal. Homem de origem humilde, ele foi apóstolo de Cristo e depois encarregado de fundar a Igreja Católica, tendo sido seu primeiro papa.

Considerado o protetor das viúvas e dos pescadores, São Pedro é festejado no dia 29 de junho com a realização de grandes procissões marítimas em várias cidades do Brasil. Em terra, os fogos e o pau-de-sebo são as principais atrações de sua festa.

Depois de sua morte, São Pedro, segundo a tradição católica, foi nomeado chaveiro do céu. Assim, para entrar no céu, é necessário que São Pedro abra as portas. Também lhe é atribuída a responsabilidade de fazer chover. Quando começa a trovejar, e as crianças choram com medo, é costume acalmá-las dizendo: "É a barriga de São Pedro que está roncando" ou "ele está mudando os móveis de lugar".

No dia de São Pedro, todos os que receberam seu nome devem acender fogueiras na porta de suas casas. Além disso, se alguém amarrar uma fita no braço de alguém chamado Pedro, ele tem a obrigação de dar um presente ou pagar uma bebida àquele que o amarrou, em homenagem ao santo.
A festa de São Pedro: Em homenagem ao santo, acendem-se fogueiras, erguem-se mastros com sua bandeira e queimam-se fogos, porém não há na noite de 29 de junho a mesma empolgação presente na festa de São João.
Também se fazem procissões terrestres, organizadas pelas viúvas, e fluviais, pois, como vimos, São Pedro é o protetor dos pescadores e das viúvas. Em várias regiões do Brasil, a brincadeira mais comum na festa é a do pau-de-sebo.
Embora São Paulo também seja homenageado em 29 de junho, ele não é figura de destaque nas festividades desse mês.

3 - DANÇAS JUNINAS
Amados Pais, servos do Senhor:
É relativamente comum os colégios (empresas ou associações) exigirem que participemos ou que nossos filhos, participem das Festas Juninas que são programadas, em especial, que sejam ativos participantes nas danças de quadrilha. À luz da Palavra do Senhor, é incompatível com nossos princípios de fé e condição de servos do Eterno.

Este relato sobre as Festas Juninas, não deixa a menor dúvida que ela é uma festa dedicada a santos Católicos e toda e qualquer participação do Povo de Deus, é uma desobediência aos Seus mandamentos.

"Não se juntem com os descrentes para trabalharem com eles. Como é que o certo e o errado podem ser companheiros? Como podem viver juntas a luz e a escuridão? Como podem Cristo e o diabo estar de acordo? O que é que um cristão e um descrente têm em comum? Que relação pode haver entre o Templo de Deus e os ídolos pagãos? Pois nós somos o templo do Deus vivo."( 2Co 6:14-16)
Nos dias atuais a permissividade infelizmente é muito bem aceita pelas igrejas, as práticas comuns aos que andam sob os conselho da carne, são adaptadas e cristinianizadas. Já é possível encontrar-se igrejas "evangélicas" montando "arraiais juninos", "quadrilhas" e outras manifestações comuns ao catolicismo. Cegos!

Veja a descrição de algumas danças relacionadas às Festas Juninas:

Quadrilha

Também chamada de quadrilha caipira ou de quadrilha matuta, é muito comum nas festas juninas. Consta de diversas evoluções em pares e é aberta pelo noivo e pela noiva, pois a quadrilha representa o grande baile do casamento que hipoteticamente se realizou.

Esse tipo de dança (quadrille) surgiu em Paris no século XVIII, tendo como origem a contredanse française, que por sua vez é uma adaptação da country danse inglesa, segundo os estudos de Maria Amália Giffoni.

A quadrilha foi introduzida no Brasil durante a Regência e fez bastante sucesso nos salões brasileiros do século XIX, principalmente no Rio de Janeiro, sede da Corte. Depois desceu as escadarias do palácio e caiu no gosto do povo, que modificou suas evoluções básicas e introduziu outras, alterando inclusive a música.

A sanfona, o triângulo e a zabumba são os instrumentos musicais que em geral acompanham a quadrilha. Também são comuns a viola e o violão.

 O marcador, ou "marcante", da quadrilha desempenha papel fundamental, pois é ele que dá a voz de comando em francês não muito correto misturado com o português e dirige as evoluções da dança. Hoje, dança-se a quadrilha apenas nas festas juninas e em comemorações festivas no meio rural. A quadrilha é mais comum no Brasil sertanejo e caipira, mas também é dançada em outras regiões de maneira muito própria, caso de Belém do Pará, onde há mistura com outras danças regionais. Ali, há o comando do marcador e durante a evolução da quadrilha dança-se o carimbó, o xote, o siriá e o lundum, sempre com os trajes típicos.

Trajes usados na dança

No fim do século XIX as damas que dançavam a quadrilha usavam vestidos até os pés, sem muita roda, no estilo blusão, com gola alta, cintura marcada, mangas "presunto" (como são?) e botinas de salto abotoadas do lado. Os cavalheiros vestiam paletó até o joelho, com três botões, colete, calças estreitas, camisa de colarinho duro, gravata de laço e botinas.

Hoje em dia, na tradição rural brasileira, o vestuário típico das festas juninas não difere do de outras festas: homens e mulheres usam suas melhores roupas. Nos centros urbanos, há uma interpretação do vestuário caipira ou sertanejo baseada no hábito de confeccionar roupas femininas com tecido de chita florido e as masculinas com tecidos de algodão listrados e escuros. Assim, as roupas usadas para dançar a quadrilha variam conforme as características culturais de cada região do país.

Os trajes mais comuns são: para os cavalheiros, camisa de estampa xadrez, com imitação de remendos na calça e na camisa, chapéu de palha, talvez um lenço no pescoço e botas de cano; as damas geralmente usam vestidos com estampas florais, de cores fortes, com babados e rendas, mangas bufantes e laçarotes no cabelo ou chapéu de palha.

Fandango

Dançado em várias regiões do país em festividades católicas como o Natal e as festas juninas, o fandango tem sentidos diferentes de acordo com a localidade. No Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e até em São Paulo) o fandango é um baile com várias danças regionais: anu, candeeiro, caranguejo, chimarrita, chula, marrafa, pericó, quero-quero, cana-verde, marinheiro, polca etc. A coreografia não é improvisada e segue a tradição.

Bumba-meu-boi

Dança dramática presente em várias festividades, como o Natal e as festas juninas, o bumba-meu-boi tem características diferentes e recebe inclusive denominações distintas de acordo com a localidade em que é apresentado: no Piauí e no Maranhão, chama-se bumba-meu-boi; na Amazônia, boi-bumbá; em Santa Catarina, boi-de-mamão; no Recife, é o boi-calemba e no Estado do Rio de Janeiro, folguedo-do-boi.

O enredo da dança é o seguinte: uma mulher chamada Mãe Catirina, que está grávida, sente vontade de comer língua de boi. O marido, Pai Francisco, resolve atender ao desejo da mulher e mata o primeiro boi que encontra. Logo depois, o dono do boi, que era o patrão de Pai Francisco, aparece e fica muito zangado ao ver o animal morto. Para consertar a situação, surge um curandeiro, que consegue ressuscitar o boi. Nesse momento, todos se alegram e começam a brincar.

Os participantes do bumba-meu-boi dançam e tocam instrumentos enquanto as pessoas que assistem se divertem quando o boi ameaça correr atrás de alguém. O boi do espetáculo é feito de papelão ou madeira e recoberto por um pano colorido. Dentro da carcaça, alguém faz os movimentos do boi.

Lundu (lundum/londu/landu)

De origem africana, o lundu foi trazido para o Brasil pelos escravos vindos principalmente de Angola. Nessa dança, homens e mulheres, apesar de formar pares, dançam soltos.

A mulher dança no lugar e tenta seduzir com seus encantos o parceiro. A princípio ela demonstra certa indiferença, mas, no desenrolar da dança, passa a mostrar interesse pelo rapaz, que a seduz e a envolve. Nesse momento, os movimentos são mais rápidos e revelam a paixão que passa a existir entre os dançarinos. Logo o cavalheiro passa a provocar outra dama e o lundu recomeça com a mesma vivacidade.

O lundu é executado com o estalar dos dedos dos dançarinos, castanholas e sapateado, além do canto acompanhado por guitarras e violões. Em geral a música é executada como compasso binário, com certo predomínio de sons rebatidos.

Essa dança é típica das festas juninas nos estados do Norte (como parte da quadrilha tradicional e independente desta), Nordeste e Sudeste do Brasil

Cateretê


Dança rural do Sul do país, o cateretê foi introduzido pelos jesuítas nas comemorações em homenagem a Santa Cruz, São Gonçalo, Espírito Santo, São João e Nossa Senhora da Conceição. É uma dança bastante difundida nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais e também está presente nas festas católicas do Pará, Mato-Grosso e Amazonas.

Nas zonas litorâneas, geralmente é dançado com tamancos de madeira dura. No interior desses estados, os dançarinos dançam descalços ou usam esporas nos sapatos. Em algumas cidades o cateretê é conhecido como catira.

Em geral, o cateretê é dançado apenas por homens, porém em alguns estados, como Minas Gerais, as mulheres também participam da dança. Os dançarinos formam duas fileiras, com acompanhamento de viola, cantos, sapateado e palmas. Os saltos e a formação em círculo aparecem rapidamente. Os dançarinos não cantam, apenas batem os pés e as mãos e acompanham a evolução. As melodias são cantadas por dois violeiros, o mestre, que canta a primeira voz, e o contramestre, que faz a segunda.
 
 
 
 

Agredidos e roubados na Marcha que deveria ser para Jesus

Agredidos e roubados na Marcha que deveria ser para Jesus




Hoje mais uma vez estivemos na marcha que deveria ser de Jesus, para mais um protesto e luta pelo evangelho puro e simples. Como nos últimos anos, levamos nossas faixas com o objetivo de que as pessoas fossem tocadas e olhassem para o evangelho de Cristo, com consciência, em busca de maturidade. Apesar de discordar de muita coisa da maioria das lideranças evangélicas, nosso protesto sempre foi silencioso e pacífico, e nossas faixas pouco dizem.

Nos anos anteriores, não faltaram agressões verbais. Fomos chamados de fariseus pela grande multidão, incentivados por um dos pastores em cima de um trio-elétrico.

Isso tudo sempre serviu de estímulo, pois as minorias se fortalecem nas lutas e nas tribulações. Porém, esse ano, em dez minutos em que abrimos uma de nossas faixas, fomos subitamente agredidos por cerca de cinco homens, seguranças da Igreja Renascer, que a socos e pontapés, enforcamento, retiraram nossas faixas, e de forma súbita, se lançaram em meio à multidão.

Eu logo saí atrás deles, na tentativa de tirar fotos que possibilitassem a identificação. Como eles se espalharam, fitei meus olhos em dois e fui atrás. Tirei várias fotos deles de costas, pois se protegiam, até que consegui chegar à frente deles. Foi aí que os dois me encararam e estavam prontos para me agredir novamente, e acredito eu, se utilizando de algum artefato, algo sob suas camisas. Foi quando um rapaz com a esposa e a filha se pôs entre mim e eles, e intercedeu para que eu não fosse agredido.

Esse rapaz se identificou como um dos oficiais da igreja, e logo conseguiu dispersar os dois, reprovando sua atitude e dizendo que ali não era lugar para violência. Eu, então, pedi a esse oficial que deixasse eu tirar uma foto dele e de sua família. E retornei ao grupo que nesse momento havia sido socorrido pelos policiais, em uma base móvel da PM.

Todos estavam bastante amedrontados, e não entendiam o que havia ocorrido. Eu então me apresentei aos policiais, contei o ocorrido e de pronto fui orientado pelos policiais a nos retirarmos da marcha, pois temiam pela nossa segurança.

Fomos então conduzidos ao 2o. DP para descrever à autoridade policial os fatos ocorridos. Fomos prontamente atendidos, e o interessante foi perceber que até mesmo para os policiais, os fatos não assustavam. Porém, o B.O. não pode ser feito, pois não tínhamos os nomes dos nossos agressores.

Infelizmente, quem nos agrediu agiu de modo pensado, pois se utilizou da multidão para encobrir o seu ato.

Ficam várias perguntas: que relação há entre Silas Malafaia, família Hernandes e Samuel Ferreira?

Silas Malafaia dando entrevista à Globo, a Globo não é do diabo?

Por que ocultar de forma violenta o nosso protesto? Somos tão nocivos assim aos pregadores da teologia da prosperidade?

Em que os “fariseus”, os “babacas”, os “insignificantes” podem prejudicar as poderosas “emprejas” do grupo Renascer e Vitória em Cristo?

O que há para esconder?

Queremos dizer que o episódio ocorrido serve de confirmação para os nossos protestos. Não vamos desistir, ao contrário, vamos utilizar as estratégias específicas para esse tipo de situação.

Não vão nos calar. Que isso seja um alerta, pois se algo acontecer a nós do Movimento pela Ética Evangélica Brasileira, seja notório para todos quem são os causadores.

Nossa luta continua. Sabemos que somos poucos, que não temos os mesmos recursos financeiros e midiáticos, porém lutamos com as armas da justiça divina, sabendo que os olhos de Deus estão em toda parte.

Meu coração se enche de esperança, pois sei que muitos ainda não se dobraram diante de Baal, e a minha esperança se firma no dia em que todos estaremos diante do Grande Trono Branco, e lá será aberto o Livro, e todos nós seremos julgados por tudo quanto fizemos nesse mundo.

Com certeza, se muitos dos líderes evangélicos desse país meditassem nisso, poderiam mudar o rumo de suas vidas, pois a Bíblia diz (na minha diz) que naquele dia haverá muito desespero e ranger de dentes.


Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.

Stephen Fuller, sociólogo, 'falou e disse': o darwinismo é a astrologia da ciência

Stephen Fuller, sociólogo, 'falou e disse': o darwinismo é a astrologia da ciência

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domingo, 26 de junho de 2011

A ratificação do Eros: quando os cristãos se divorciam

Chuck Colson
24 de junho de 2011 (Breakpoint.org/Notícias Pró-Família) — Ainda me lembro de minha tristeza ao ficar sabendo que um velho amigo, alguém que eu cria era um cristão sincero, estava abandonando sua esposa. Fiquei chocado e desapontado. Como é que este homem, que era dedicado tanto para sua esposa quanto para seu Senhor, tivera a capacidade de se apaixonar por outra mulher?
Um artigo escrito pelo falecido Sheldon Vanauken ajuda a responder à pergunta e nos faz recordar que tais tentações são muitíssimo comuns.
Vanauken, famoso como autor da forte estória de amor intitulada “A Severe Mercy” (Uma Misericórdia Difícil), também publicou uma coleção de artigos chamada “Under the Mercy” (Debaixo da Misericórdia), a qual examina esses sentimentos.
Num artigo chamado “The Loves” (Os Amores), Vanauken descreve como um amigo cristão chamado John o chocou anunciando que estava deixando sua esposa para se casar com outra mulher. John explicou sua súbita mudança dizendo: “Parecia tão bom, tão certo. Foi nesse ponto que sabíamos que tínhamos de nos divorciar. Nós pertencíamos um ao outro”.
Conforme explica Vanauken, John estava “invocando uma lei mais elevada: o sentimento de que algo é bom e certo. Um sentimento tão forte que varria… qualquer culpa que, em outras circunstâncias, ele teria sentido” pelo que ele estava fazendo com sua família.
Lamentavelmente, muitas pessoas amam o cônjuge não como pessoa, mas como alguém que desperta certos sentimentos. O voto de casamento deles não foi tanto para a pessoa quanto para esse sentimento. Assim, quando tais pessoas se apaixonam por outra pessoa, elas simplesmente transferem esse voto para a outra pessoa. E por que não? Diz Vanauken, “Se os votos não são nada mais do que sentimentos?”
Vanauken apelida essas emoções sensacionais “A Ratificação do Eros”. Quando John falou que seu novo amor era algo bom, “a aprovação sagrada que [ele disse que] sentiu não poderia por acaso ter vindo de [Deus], cuja desaprovação ao divórcio é explícita nas Escrituras. Foi o Eros, o deus pagão dos amantes, o qual confere essa ratificação aos adoradores que estão no seu altar”.
Vanauken continua: “O veredicto do Eros de que esse amor é algo tão bom e tão certo que todas as traições são justificadas é simplesmente uma mentira”. Mas o pior de tudo: aqueles que são apanhados e escravizados pelo Eros se sentem convencidos de que o amor deles é diferente, até sagrado. Eles não sonham, Vanauken diz, “que metade dos amantes tem a mesma garantia”.
Agora, será que dá para o tipo de amor que se chama Eros — essa conexão emocional e física — ser uma parte saudável de um casamento? Claro que não! Mas o Eros não é o tipo de amor que junta maridos e esposas “até que a morte os separe”. Esse amor é o amor Ágape — o amor exemplificado pelo sacrifício que Cristo escolheu fazer de Si mesmo na cruz por Sua Noiva, a Igreja. Ágape é o amor sobre o qual Paulo fala em Efésios 5:25, quando ele ordena que maridos amem suas esposas como Cristo amou a Igreja.
Ágape busca abençoar a outra pessoa; tem uma atitude de se sacrificar totalmente. Eros, principalmente fora do casamento, busca somente usar o outro. Sua meta é satisfazer a si mesmo. E é por isso que os pastores têm de se esforçar muito para ensinar os noivos acerca da necessidade de compreenderem o amor Ágape. Em algum momento, Eros quase que certamente acenará com um novo amor excitante — e os sentimentos de que esse amor é certo, e até mesmo sagrado, podem ser irresistíveis.
Os casais precisam saber que só conseguirão resistir a essas tentações quando Cristo e o amor Ágape estiverem no centro do casamento deles.
Publicado com a permissão de Breakpoint.org
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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Artigos relacionados no Blog Julio Severo:
 

domingo, 19 de junho de 2011

Mãe de Justin Bieber tem coluna em jornal cristão e pede orações para que filho não caia na “cultura de hollywood”

 

Karen Covell, a fundadora do site Rede de Oração para Hollywood, disse “tem sido uma batalha espiritual incrível quando se trata de celebridades. Entendemos quão sério é para os jovens que se deparam com as armadilhas das celebridades. Pedimos a Deus para ajudar Justin e outros a manobrarem o poder da celebridade que pode confundir suas mentes ou afastá-los do que é certo.”

O Ministério foi criado há 10 anos, e é dedicado à oração para pessoas com carreiras em todas as áreas da indústria criativa.

Covell escreveu recentemente em uma coluna: “Nos EUA, enquanto Washington é a sede mundial do poder, Hollywood é a sede global da influência. Mas ao invés de reunir em oração, como muitos tem feito por Washington, os Cristãos tem frequentemente se reunido para protestar contra Hollywood.

Muitos tentam mudar o conteúdo, ela diz, através de protestos e boicotes. Mas ela afirma que as pessoas devem orar para Deus para que Ele possa mudar seus corações, e por consequência eles vão criar um conteúdo diferente.

O maior mandamento de Deus é amá-lo e então amar aos outros como a nós mesmos, ela afirma. Devemos amar os nossos semelhantes em nossa indústria e pedir a Deus para tocá-los e movê-los, para que se humilhem diante dele, e para mudar a nós de maneira que nossos corações se aquebrantem por eles. Assim então veremos vidas mudarem.

 

Fonte: http://verbodavidaalegrete.webnode.com/news/m%C3%A3e%20de%20justin%20bieber%20tem%20coluna%20em%20jornal%20crist%C3%A3o%20e%20pede%20ora%C3%A7%C3%B5es%20para%20que%20filho%20n%C3%A3o%20caia%20na%20%E2%80%9Ccultura%20de%20hollywood%E2%80%9D/

 

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

Hollywood dos Machos aos Gays Bondosos

"...deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne. Ora, um e outro, o homem e sua mulher, estavam nus e não se envergonhavam" (Gênesis 2.24-25).

Gosto de estudar filmes à luz da Palavra de Deus. Ler livros com histórias cativantes e assistir filmes com boas narrativas me fascina. Você também gosta de assistir a um bom filme? Comendo pipocas e bebendo refrigerantes? Você prefere o filme no escurinho do cinema, em DVD no home theater ou exibido em um dos canais da HBO? Acho que nesse aspecto puxei a meu pai, pois ele analisa até os filmes mudos de Charles Chaplin e raramente perde uma noite de entrega do Oscar.

       Neste ano iniciamos um "Smart Teen's Chat" (bate-papo do adolescente inteligente) com um grupo de amigos dos nossos filhos e membros da nossa igreja. Em cada bate-papo, geralmente, assistimos juntos um filme e em seguida o criticamos à luz da Palavra de Deus. Temos observado dezenas de idéias controvertidas quanto à fé cristã nas películas cinematográficas. Em especial, um aspecto cada vez mais freqüente nos filmes de Hollywood lançados a partir de 1990 é a crescente participação de casais gays.

       Vejo o fenômeno gay como uma pequena nuvem crescente e acinzentada no horizonte prenunciando que uma tempestade vai cair. Na primeira quinzena de fevereiro de 2004, San Francisco tornou-se a primeira cidade americana a liberar casamentos gays. Em apenas cinco dias, a prefeitura dessa cidade concedeu 2600 certidões de casamentos a homossexuais. Esse acontecimento em San Francisco é apenas uma pequena amostra da rebelião contra Deus, uma gota d'água anunciando a forte tempestade que se aproxima. O pior ainda está por vir.

       A cerca de 500 quilômetros ao sul de San Francisco, chuviscos dessa nuvem começam a cair em Hollywood. A capital do cinema vem quebrando todos os tabus e normalizando a relação sexual gay em seus filmes.

Quando Ser Macho Era Ser Masculino e Ser Fêmea Era Ser Femininadesenho Sunset, de Norman Rockwell

Já se foi o tempo em que João estava feliz em ser um menino e Suzana estava satisfeita em ser uma menina. Você se lembra daqueles filmes antigos onde havia romances inteligentes envolvendo homens e mulheres? Quase sempre eles tinham um triângulo amoroso e, com raríssimas exceções, o final era sempre feliz. Vamos recordar alguns:

  • "E O Vento Levou"

Essa foi uma superprodução nos padrões antigos e um filme ganhador de dez Oscars, incluindo o de melhor filme de 1939. Ambientado durante a Guerra Civil Americana, traz um triângulo amoroso entre o capitão Rhett Buttler (interpretado por Clark Gable), Ashley Wilkes (Leslie Howard) e a esperta Scarlett O'Hara (Vivien Leigh).

       Ashley Wilkes casa-se com a boa Melaine, que morre durante uma gestação. Rhett casa-se com Scarlett e com ela tem sua filha Bonnie, que morre após sofrer uma queda de um pônei.

       Scarlett é uma mulher oportunista e usa o amor de Ashley e Rhett para sempre se sair bem. Ela apronta algumas e Rhett decide que vai pedir o divórcio e deixá-la. Leia o último diálogo, que retrata a quebra do relacionamento do casal:
E o Vento Levou Scarlett: "Devo amá-lo há anos, só que fui tola demais para perceber [...] Lamento tanto. Lamento por tudo".

       Rhett: "Acha que dizer que lamenta conserta tudo? [...] Vou para Charleston. Lá é meu lugar".

       Scarlett: "Por favor, me leve com você!"

       Rhett: "Não. Cansei de tudo. Quero paz". [...]

       Scarlett: "Eu só sei que te amo".

       Rhett: "Isso é problema seu".

       Rhett desce os degraus da sala e abre a porta da rua. Scarlett desce as escadas correndo em direção a Rhett:

       Scarlett: "Rhett, se você for embora, para onde irei? O que farei?"

       Rhett: Francamente, minha querida, eu não dou a mínima".

       A astuta Scarlett, abatida, deita-se nos degraus da sala. Na seqüência, ela se levanta com os olhos marejados:

       Scarlett: "Tara... minha casa! Vou para casa! E vou pensar em um jeito de trazê-lo de volta. Afinal, amanhã é outro dia".

       Até nesses momentos duros de separação conjugal, fica claro para os milhões que já assistiram esse filme, que se trata de uma relação entre marido e esposa. São mágoas e corações partidos de um casal heterossexual. É o masculino versus o feminino, sem qualquer gay na parada.

  • "Casablanca"

Filme ganhador de três Oscars, incluindo o de melhor filme de 1942. Pergunto: como um filme em preto e branco e sem os sofisticados recursos visuais vem encantando platéias até os nossos dias? Por uma única razão: é uma história de um triângulo amoroso em plena II Guerra Mundial.

       Rick Blaine (Humphrey Bogart) é um americano amargo, cínico e dono de um bar na cidade de Casablanca, capital do Marrocos. Victor Laszlo (Paul Henreid) faz parte da resistência contra os nazistas e é casado com Ilsa (Ingrid Bergman), uma ex-amante de Rick,.

       Na época em que Rick e Ilsa tiveram seu primeiro romance em Paris, podemos ouvir frases fortíssimas de uma mulher apaixonada por um homem:

       Ilsa: "Com o mundo inteiro desmoronando-se, escolhemos logo esse tempo para nos
Casablanca apaixonar".

       Na seqüência, ouve-se o estrondo de um tiro de canhão.

       Ilsa: "Foi um tiro de canhão ou é o meu coração batendo?"

      Rick: "Ah, é o novo 77 alemão. Julgando pelo som, estão a apenas trinta e cinco milhas de distância".

       Já no Marrocos, Ilsa diz a Rick:

       "Não dá mais para lutar contra isso. Fugi de você uma vez. Não consigo fugir de novo. Oh, não sei mais o que é certo. Você terá de pensar por nós dois".

       Trata-se de uma mulher derretida por um homem. Não há nenhum meio-homem e meia-mulher ou algum "faz-de-conta que é, mas não é". É pura química entre o macho e a fêmea.

       Ao final, Rick escolhe ficar só com suas recordações e facilita a saída de Ilsa e Victor do país.

  • "A Noviça Rebelde"

Em 1965, esse filme foi vencedor de cinco Oscars, incluindo o de melhor filme. Ele conta a história de Maria (Julie Andrews), uma noviça engraçada que gostava de cantar e tocar violão. Enviada para ser a governanta na casa do rígido capitão Von Trapp (Christopher Plummer), traz de volta a música para aquele lar, quebra as caducas normas disciplinares militares impostas às crianças e conquista toda a família.

       Aos poucos, o capitão se distancia da pretendente baronesa Schraeder (Eleanor Parker) e passa a se interessar por Maria. Certa noite, no jardim da mansão, eles cantam "Something Good" ("Alguma Coisa Boa"). Maria alega que, apesar da sua infância e adolescência conturbadas, deve ter feito alguma coisa boa para merecer estar vivendo aqueles momentos gostosos de sentimentos amorosos:

       O capitão: "Então, você está aqui, em pé e me amando. Se deve ou não deve..."

       Maria: "Então, em algum momento da minha juventude ou infância, devo ter feito alguma coisa boa".
Ambos: "Nada vem do nada. Nada nunca pode".

       O jogo de sedução é claro. A mulher atrai o homem e o homem deseja a mulher. Não existe um híbrido no romance. É somente homem e mulher, do jeito que Deus criou. Aos poucos a audiência se envolve no romance e torce para que a família Von Trapp escape da Austria tomada pelos nazistas.

  • "Love Story - Uma História de Amor"

Lançado em 1970, chegou a ganhar o Oscar de melhor trilha sonora. É o romance do estudante de Direito Oliver Barrett IV (Ryan O'Neal) com Jennifer Cavalieri (Ali MacGraw) que estuda música. Ambos são ateus. Ele é filho de um milionário e ela de um pobre. Casam-se e enfrentam a desaprovação dos pais de ambos e ainda uma grave doença de Jennifer.

       A frase que marcou o filme é dita duas vezes durante a exibição: "Amar é jamais ter que pedir perdão". O diretor do filme, Arthur Hiller, explicou o seu significado: "Se duas pessoas se amam, elas entendem que nem sempre vão concordar. Não têm que pedir desculpas por isso. Não precisam ficar se explicando sobre isso. Cada um entende o outro porque eles se amam e respeitam um ao outro".
O filme termina com a morte de Jennifer e, na seqüência, vemos Oliver sentado sozinho nas arquibancadas olhando a pista de patinação coberta de neve, enquanto uma suave trilha sonora é tocada. É um final daqueles de chorar!

       "Love Story" reflete o amor de dois jovens universitários, prontos para vencer toda e qualquer dificuldade em nome do amor. Mais uma vez, não há qualquer interferência ou presença gay nessa película. Geneticamente falando, é a irremediável atração entre o sexo feminino homogamético XX e o sexo masculino heterogamético XY.

       Poderíamos continuar analisando mais alguns filmes, mas acredito que já é suficiente. Antes de passar ao próximo tópico, é importantíssimo dar uma "pausa" no controle remoto deste artigo e fazer uma colocação muito relevante. Quero deixar bem claro que sou crítico da filosofia, conduta e idéias que são passadas em todos os filmes que estou citando neste artigo. Discordo de Hollywood e sou totalmente inconformado com as mensagens transmitidas pelos seus filmes. Citando-os, meu intuito é apenas exemplificar que antigamente os clássicos de Hollywood apresentavam relacionamentos heterossexuais, sem qualquer chance de envolvimentos homossexuais.

A Hollywood dos "gays bondosos e inteligentes"

Nos filmes atuais, porem, é cada vez mais freqüente a representação do homossexual como um mentor sábio, simpático, compreensivo, muito humano e com um entendimento sobre o amor e o romance muito maior do que o dos heterossexuais. É chegada a hora e a vez dos homossexuais no cinema.

       Eis alguns exemplos (diversos desses filmes não foram produção hollywoodiana): Frankie & Johnny (1991), Garotos de Programa (1991), As Aventuras de Priscilla, A Rainha do Deserto (1994), O Padre (1994), A Gaiola das Loucas (1996), Melhor é Impossível (1997), O Casamento do Meu Melhor Amigo (1997), Perseguindo Amy (1997), The Love Letter (1999), Ninguém é Perfeito (1999), Beleza Americana (1999), Segundas Intenções (1999), Mais Que o Acaso (2000), Sobrou prá Você (2000), O Diário de Bridget Jones (2001), Doce Novembro (2001), entre vários outros comprometidos em divulgar a vida homossexual ou em apresentá-la como sendo normal. Vejamos uma sinopse apenas do primeiro e do último filme da lista acima.
  • "Frankie & Johnny"

Um filme do gênero romântico, produzido nos EUA em 1991. Johnny (Al Pacino) é um ex-prisioneiro que foi contratado como o novo cozinheiro de um café em Nova York. Frankie (Michelle Pfeiffer) é uma garçonete desse café que já teve alguns relacionamentos amorosos desastrosos. De um deles, herdou uma cicatriz na cabeça causada por uma agressão física do cônjuge.

    Trata-se de um romance convencional entre um homem e uma mulher com antecedentes problemáticos, mas que conseguem superá-los e se unir em amor. No entanto, no decorrer do romance, é apresentado "Tim", um homossexual vizinho de apartamento de Frankie. Tim está de namorado novo - "Bobby". Tim nos passa a imagem de uma pessoa superlegal e muito sensível. Por exemplo: Frankie está nervosa com o seu primeiro encontro com Johnny e confusa quanto ao vestido e os sapatos que deve usar. Mas lá está Tim para orientá-la e acalmá-la. O próprio Tim se sente como se fosse "a irmã mais velha" de Frankie. Johnny, ao se despedir do casal homossexual, diz: "Tenho um primo que é gay [...] Ele é um cara bacana".

       Em um jogo de boliche, Nedda (uma colega de Frankie) não consegue derrubar nenhum pino, mas Tim está lá incentivando-a e parabenizando-a porque jogou melhor do que da última vez. Tim levanta o ânimo das pessoas, não coloca ninguém para baixo. Os que assistem ao filme, meditam: "Ele é um cara legal!". Ao final do filme, o que fica em nossa mente é que os homossexuais são bem mais sensíveis e amigos do que os heterossexuais.

  • "Doce Novembro"

Esse também é um filme do gênero romântico, produzido nos EUA em 2001. A capa do DVD lançado pela Warner Bros. Pictures, relata:
Doce Novembro "Nelson Moss (Keanu Reeves) e Sara Deever (Charlize Theron) não têm nada em comum a não ser uma hora terrível no Departamento de Veículos para o exame de habilitação. Ela é uma mulher encantadora e charmosa que instiga o que há de melhor em um homem. Ele é um publicitário workaholic que tem dificuldade em se relacionar, e cuja única intimidade é com os resultados financeiros... até conhecer Sara.
Interessados um pelo outro mas sem estarem preparados para se envolver, eles estabelecem um namoro nada convencional. Uma relação de um mês, após a qual seguirão caminhos separados. Sem expectativas. Sem pressão. Sem nenhuma ligação. Só que não contavam com o fato de se apaixonarem".
Em meio a esse romance incomum entra em cena um personagem chamado Chaz Whatley, que é um publicitário famoso. "Chaz" é seu nome quando faz o papel de homem e "Cherry" quando está travestido de mulher. "Chaz" encaixa-se naquele velho refrão: "De noite é Maria e de dia é João". Chaz-Cherry tem um parceiro também travesti chamado "Brandy".
Chaz é compreensivo. Quando vê Nelson usando seu moleton, em vez de reclamar, diz que o moleton cai bem em Nelson e que ele pode usá-lo. Chaz é participativo e confidente. Enquanto ajuda a emocionalmente confusa Sara a preparar a ceia do "Dia de Ação de Graças", dá uma força para ela continuar com Nelson, dizendo: "Algo que aprendi foi ter aqueles que me amam à minha volta pelo máximo de tempo possível".
O próprio Nelson, que no início achou meio estranhos aqueles homens travestidos, presenteia a Sara um livro intitulado "Por que Harriet é tão cabeludo?", que passa a mensagem de que devemos ser compreensivos com os travestis. Nelson sentencia que o livro é "o guia completo para entendermos nossos amigos travestis".
No final do filme, com certeza fica a mensagem de que os homossexuais são participativos e merecem a nossa amizade. Diria até que o filme chega a nos questionar: será que nós, heterossexuais "insensíveis", merecemos a fiel amizade dos homossexuais bondosos e inteligentes?

Os Gays Fora do Armário

Nuvens preocupantes se juntam no horizonte e já dá para perceber a mudança de clima. Meses de tempestade vêm pela frente. Será que os gays são tão legais quanto retratados nos filmes? Com a palavra Michael Swift, "O Gay Revolucionário", que chocou os congressistas americanos em 1987 com as seguintes declarações:
"Iremos sodomizar seus filhos [...] vamos seduzi-los nos seus colégios, nos seus dormitórios, nos seus ginásios esportivos, nos seus vestiários, nas suas quadras, nos seus seminários, nos seus grupos de jovens, nos banheiros dos seus cinemas, nos seus transportes do exército, nos seus pontos de caminhoneiros, nos seus clubes masculinos, nas suas Câmaras do Congresso, onde estiverem homens juntos com homens. [...] Seus filhos serão recriados à nossa imagem. Virão a ansiar por nós e a nos adorar.
Mulheres, vocês choram por liberdade. Vocês dizem que não estão mais satisfeitas com os homens; eles as fazem infelizes. Nós, conhecedores da face masculina, da psique masculina, tiraremos seus homens de vocês. Nós os divertiremos, os instruiremos e os abraçaremos quando chorarem. [...]
Todas as leis que proíbam atividades homossexuais serão revogadas. Em vez disso, será aprovada legislação que promova o amor entre homens. [...]
Escreveremos poemas sobre o amor entre homens; exibiremos peças teatrais onde um homem afaga carinhosamente outro homem; faremos filmes sobre o amor entre os homens heróis que substituirão o amor heterossexual juvenil, insípido, sentimental, superficial e barato que atualmente domina e enlouquece suas telas de cinemas. [...]
Nossos escritores e artistas farão que o amor entre homens seja um modismo. [...] Nós levantaremos um vasto exército particular. [...] A união familiar [...] será abolida. [...] Meninos perfeitos serão concebidos e crescerão em laboratórios genéticos. [...]
Todas as igrejas que nos condenam serão fechadas. Nossos únicos deuses serão moços bonitos. [...] Todos os homens que insistem em permanecer estupidamente heterossexuais, serão julgados em cortes de justiça homossexuais e serão homens invisíveis.
Reescreveremos a história, história cheia e desonrada com suas distorções e mentiras heterossexuais. Nós retrataremos a homossexualidade dos grandes líderes e pensadores que moldaram o mundo. Demonstraremos que homossexualidade, inteligência e imaginação estão inextrincavelmente ligadas, e que a homossexualidade é um requisito da nobreza verdadeira, da beleza verdadeira em um homem. [...]
Nós também somos capazes de disparar armas de fogo [...] na revolução final. Trema, hetero suíno, quando aparecermos diante de você sem nossas máscaras". (Trecho de um artigo do Gay Community News, de 15 - 21 de fevereiro de 1987).
"Orgulho Gay" em Birmingham Fico a pensar... a declaração acima é melhor definida como "orgulho gay"? ou como cafajestada atrevida?
O Movimento da Nova Era também apóia a homossexualidade. Um dos seus promotores é Neale Donald Walsch, autor da série "Conversando Com Deus". Neale Walsch já teve cinco casamentos heterossexuais e o deus com quem ele conversa é totalmente diferente do Deus da Bíblia Sagrada.
Em Conversando Com Deus - Livro II, Neale Wasch pergunta ao seu deus, se qualquer tipo de sexo, até mesmo o sexo "depravado", sem amor e as relações homossexuais são aprovadas. E o deus dele responde:
"Sexo 'depravado'? Se não prejudicar ninguém, e for praticado com a permissão dos envolvidos, que motivo alguém teria para considerá-lo 'errado'? [...]
Sexo homossexual? Tantas pessoas querem dizer que Eu sou contra a homossexualidade - ou o seu exercício. Contudo, Eu não julgo essa escolha de vocês, ou qualquer outra.
As pessoas querem fazer todos os tipos de julgamento de valor - sobre tudo - e Eu estrago a festa. Não quero juntar-me a elas nesses julgamentos, o que é especialmente desconcertante para aqueles que dizem que Eu os originei.
Eu realmente observo que houve um tempo em que as pessoas pensavam que o casamento entre raças diferentes não era só desaconselhável, mas contra a lei de Deus. (Surpreendentemente, algumas ainda pensam isso.) Elas viam suas Bíblias como suas fontes autorizadas - como fazem a respeito de questões que cercam a homossexualidade." (páginas 127-128).
Como médicos, sabemos que ninguém nasce geneticamente homossexual e que, tampouco, existe qualquer aberração cromossômica que gere o homossexualismo. "A "Orgulho Gay" em Berlimhomossexualidade, travestismo e outras variações psicológico-sexuais não têm, em regra, base em aberrações comossômicas ou defeitos de genes isolados" (Thompson & Thompson, Genética Médica, página 168).
A homossexualidade é apenas uma opção comportamental sem qualquer respaldo científico. Nenhum humano nasce homossexual, mas pode ser treinado a viver e se comportar de forma homossexual.
A "opção gay" é considerada imundícia aos olhos do Senhor Deus (Romanos 1.24-27). A homossexualidade é uma reviravolta do natural para o não-natural! Uma guinada contrária à sexualidade original!

Sodomia Descarada

"Os homens de Sodoma, os moços como os velhos, [...] chamaram por Ló e lhe disseram: Onde estão os homens que, à noitinha, entraram em tua casa? Traze-os fora a nós para que abusemos deles." (Gênesis 19.4-5).
Na Bíblia Sagrada são contadas várias histórias. Diferentemente dos filmes de Hollywood, a grande maioria é de narrativas de fatos verídicos (outras são parábolas).

Como em toda e qualquer história, podemos identificar os seguintes elementos: o tema, o herói (ou heroína), o objetivo do herói, o adversário, o ponto fraco do herói, a derrota aparente do herói, a confrontação final, o auto-reconhecimento obtido pelo herói e, finalmente, a resolução ou conclusão do conflito.

       Na narrativa sobre Sodoma e Gomorra, registrada em Gênesis capítulos 18 e 19,
Carandiru - 2003 podemos identificar cada um dos elementos acima. Tenciono salientar apenas o momento que descreve a derrota aparente do herói (Gênesis 19.4-9):

       Ló era um herói fraco e um líder sem muita desenvoltura (esse era o seu ponto fraco). A cena crítica e que passa para nós a sensação de uma derrota aparente de Ló acontece quando os homossexuais tarados de Sodoma sitiam a casa de Ló, partem para cima dele, tentam arrombar a porta para estuprar os dois homens (anjos) que estavam na casa de Ló. Esse é um momento de suspense na narrativa. Se pararmos a leitura nesse ponto, a imagem de Ló encurralado por uma turba de gays sedentos por sexo é assustadora e resta-nos deduzir: o heterossexual Ló está frito, perdidinho e vai morrer. Que tensão!

       No entanto, a história não acabou assim. Graças à intervenção divina, Ló e sua família escaparam milagrosamente da cidade de Sodoma.

       Da mesma forma que Ló, aos pouquinhos, de forma sutil, para que ninguém perceba, estamos sendo encurralados pela crescente participação gay nos filmes, na mídia e em todos os aspectos das nossas vidas.

       Preparem-se! Chuviscos dessa trovoada já começaram a cair nas telinhas das TVs em nossas salas-de-estar e nos telões dos cinemas. E haja gays "bonzinhos" e "inteligentes" nos filmes de Hollywood! Quem não estiver usando um guarda-chuva espiritual, vai levar uma aguaceirada daquelas! Que Deus nos proteja desse temporal e nos livre como livrou a Ló! Amém!

Autor: Dr. Samuel Fernandes Magalhães Costa


Comunicação com os mortos em Hollywood

 
Ontem, à noite, parei por um instante para ver um suspense na TNT (canal por assinatura), não apenas a título de entretenimento, mas principalmente porque suspeitava de que o filme enfatizaria alguns conceitos sobre paranormalidade.

Minha suspeita se confirmou. Um belo filme, com uma deslumbrante fotografia, protagonizado pela linda atriz Demi Moore, mas que procura incutir na mente das pessoas uma das duas doutrinas principais do espiritismo: a comunicação com os mortos. A outra é a reencarnação, que abordarei em outro artigo, se Deus quiser.

Nome do filme? Protegida por um Anjo, de 2005. Moore interpreta uma bem-sucedida escritora de livros de suspense cuja vida desmorona depois da morte de seu filho por afogamento. O acidente, em sua própria casa, ocorreu por um descuido dela e pela falta de preocupação do marido com o menino— filho apenas dela. Meses depois, ela resolve viajar para um lugar paradisíaco, na Escócia, à beira mar, para conseguir terminar seu novo livro, onde acaba tendo contato com espíritos e vê constantemente o seu próprio filho.

Não é a primeira vez que Demi Moore protagoniza um filme sobre paranormalidade. Ao lado do recém-falecido astro Patrick Swayze e bem mais jovem, ela participou de Ghost, em 1990. Swayze interpreta um jovem que perde, repentinamente, a vida, mas sua alma permanece na terra até que ele resolva o mistério que envolveu o seu assassinato. O filme é bem feito e prende a atenção. Mas promove a comunicação com os mortos, pois o espírito do rapaz consegue entrar em contato com a namorada, em uma sessão espírita.

Ghost não é o único sucesso de Hollywood que explora a paranormalidade. Quem não se lembra do assustador Poltergeist? Para quem não sabe, polter, em alemão, significa “ruído”,“barulho”, “estrondo”. E geist, “fantasma” ou“espírito”. Poltergeistdiz respeito a espíritos que invadem casas, se movem e manipulam objetos, fazendo, assim, barulho. O filme, produzido pelo brilhante Steven Spielberg, em 1980, retrata uma família que é aterrorizada por espíritos de pessoas enterradas embaixo da casa.

Poltergeist é diferente Ghost. Não comunica com tanta clareza a doutrina espírita do contato com os mortos como o segundo. Mas, sem dúvidas, abriu o caminho para essa modalidade de filme, que transformou o diretor M. Night Shyamalan numa grande celebridade hollywoodiana, com a produção de O Sexto Sentido— este comunica de modo ainda mais enfático que Ghost o contato com os mortos.

Em O Sexto Sentido, de 1999, o ator mirim Haley Joel Osment interpreta um problemático e isolado garoto que afirma ver os mortos. A sua frase: “Eu vejo pessoas mortas” tornou-se umas das inesquecíveis do cinema, ao lado de “Meu nome é Bond, James Bond” (007), “Um grande poder traz grande responsabilidade” (Homem Aranha) — esta até “pregadores” usam para animar auditórios! —, “Hasta la vista, baby” (O Exterminador do Futuro 2), “E fique com o troco, seu animal” (Esqueceram de Mim), etc.

No aludido filme, o garoto, pouco a pouco, vai interagindo com os espíritos. No fim, ele tenta ajudar alguns — um deles é interpretado pelo astro Bruce Willis— a lidar com problemas mal resolvidos, a fim de tranquilizá-los. Esse filme que promove o espiritismo rendeu a seus produtores quase setecentos milhões de dólares (um dos mais lucrativos de todos os tempos).

Depois de O Sexto Sentido, outras produções que incutem na mente das pessoas a ideia da necromancia (gr. nekromanteía,as, “evocação dos mortos”, isto é, contato com os espíritos de pessoas falecidas) fizeram sucesso, como Os Outros (2001), com Nicole Kidman, O Chamado (2002), que fez muito sucesso, mesmo com atores pouco conhecidos, Vozes do Além (2005), com Michael Keaton, etc.

Está em cartaz no cinema, e fazendo muito sucesso, o assustadorAtividade Paranormal, produzido em 2007. O diretor e os atores são desconhecidos, o filme foi produzido com orçamento modesto, mas a consagrada temática se repete. Muitos hoje estão se interessando pela paranormalidade e acreditando que podem mesmo se comunicar com espíritos de pessoas falecidas. Steven Spielberg assistiu ao filme, que retrata o pavor de um casal que ouve barulhos em uma casa, e se apaixonou pelo enredo. Isso contribuiu, e muito, para o seu sucesso.

As pessoas estão cada vez mais fascinadas pela paranormalidade e acreditando na possibilidade de conversar com os mortos. O que a Palavra de Deus diz a respeito disso?

Primeiro, a Bíblia condena a necromancia (Dt 18.10-12; Lv 19.26,31; 20.6,27; Êx 22.18; 2 Rs 21.6), uma suposta comunicação com os mortos, a qual é, na verdade, comunicação com os demônios (1 Sm 28.3; 1 Cr 10.13; At 19.19).

Segundo, à luz das Escrituras, pessoas mortas não estão disponíveis para contato físico (Lc 16.19-31). A morte é a separação entre o corpo (parte material) e o espírito+alma (parte imaterial). Esta, seja a do salvo, seja a do perdido, com a morte, retira-se imediatamente do corpo (Ec 12.7; 2 Co 5.8; Fp 1.21-23; 2 Pe 2.9; Hb 9.27).

Terceiro, os demônios podem se passar por pessoas mortas. O rei Saul foi enganado por uma feiticeira e pensou ter conversado com o profeta Samuel (1 Sm 28). O Diabo pode se transfigurar até em anjo de luz (2 Co 11.14; Gl 1.8). Para ele e seus agentes se disfarçarem de pessoas mortas é fácil. Por isso, toda e qualquer manifestação sobrenatural que contrarie a Palavra de Deus precisa ser vista à luz de Deuteronômio 13.1-4.

Em Cristo,

Ciro Sanches Zibordi - autor
 
 

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